sábado, 29 de outubro de 2011
Família real portuguesa no Brasil
terça-feira, 25 de outubro de 2011
segunda-feira, 24 de outubro de 2011
quarta-feira, 19 de outubro de 2011
Giúdice no Colégio Militar
sexta-feira, 14 de outubro de 2011
domingo, 2 de outubro de 2011
terça-feira, 27 de setembro de 2011
Alunos na Câmara de Vereadores - parte II (fotos)
segunda-feira, 26 de setembro de 2011
Alunos na Câmara de Vereadores de Porto Alegre
Alunos pedem segurança na escola Antônio Giudice


"Já tivemos um colega que foi morto com um tiro quando descia de um ônibus. É doloroso para a gente quando vemos um amigo morrer por falta de segurança", disse Gabriele. Julia criticou o salário dos parlamentares. "Se os deputados ganhassem o mesmo que ganham os trabalhadores, sobraria mais dinheiro para investir em obras na cidade."
Seis projetos
Antes de participarem da sessão dos vereadores, no Plenário Otávio Rocha, os estudantes da Antônio Giudice estiveram reunidos no Auditório Ana Terra, onde redigiram e votaram seis projetos de melhorias para a cidade. Sugeriram a criação de teatros e aulas de dança nas escolas; disponibilização de verbas para compra de materiais de artes, como fantasias; proibição de uso de piercings em jogos de futebol, como forma de evitar acidentes; contratação de médicos e enfermeiros efetivos para os postos de saúde; qualificação e reforço do policiamento e criação de um representante mirim nas câmaras municipais para dar “voz ativa” às crianças e adolescentes.
A Sessão Plenária do Estudante é um dos projetos de educação política promovidos pelo Memorial da Câmara. As escolas interessadas em participar da atividade devem entrar em contato pelos telefones (51) 3220-4187 e 3220-4318, ou pelo e-mail memorial@camarapoa.rs.gov.br
Claudete Barcellos (reg. prof. 6481)
terça-feira, 20 de setembro de 2011
Tropa de Elite 2 para o Oscar
segunda-feira, 19 de setembro de 2011
Dica de blog educacional
Confiram!
http://oprofessorweb.wordpress.com/
Lula cutuca FHC
No dia 27 Lula receberá em Paris o título de doutor honoris causa do Instituto de Ciências POlíticas de Paris, a prestigiosa 'Sciences Po'.
Será o seu sexto doutorado honorífico. Outro dia ele contou:
'Estou com mais de dez convites para receber esses títulos, mas agendei-os aos pouquinhos, para fazer o Fernando Henrique sofrer lentamente'."
Correio do Povo, 18 de setembro de 2011, p. 8.
Carioca vence concurso da UNESCO de redação
Porque o Brasil nada mais é do que o excesso de falta de caráter, a abundância de inexistência de solidariedade, o exagero de escassez de responsabilidade.
Há quem diga que 'dos filhos deste solo és mãe gentil.', mas eu digo que não é gentil e, muito menos, mãe. Pela definição que eu conheço de MÃE, o Brasil, está mais para madrasta vil. A minha mãe não 'tapa o sol com a peneira'. Não me daria, por exemplo, um lugar na universidade sem ter-me dado uma bela formação básica.
E mesmo há 200 anos atrás não me aboliria da escravidão se soubesse que me restaria a liberdade apenas para morrer de fome. Porque a minha mãe não iria querer me enganar, iludir. Ela me daria um verdadeiro Pacote que fosse efetivo na resolução do problema, e que contivesse educação + liberdade + igualdade. Ela sabe que de nada me adianta ter educação pela metade, ou tê-la aprisionada pela falta de oportunidade, pela falta de escolha, acorrentada pela minha voz-nada-ativa. A minha mãe sabe que eu só vou crescer se a minha educação gerar liberdade e esta, por fim, igualdade. Uma segue a outra... Sem nenhuma contradição!
quarta-feira, 14 de setembro de 2011
Livrão Geração Z 2010

Parceria - Neste ano, a parceria foi renovada para a segunda edição do ciclo, focado nos estudantes de 11 a 17 anos, a partir da sexta série do ensino fundamental. Representando o reitor UFRGS no ato, a pró-reitora de Extensão da Universidade, Sandra de Deus, afirmou que o resultado reforça o comprometimento em torno da parceria. "A Universidade buscou avançar no seu papel de preparar a geração Z para chegar na universidade com outro nível de exigência com relação ao mundo acadêmico. Queremos formar platéias criticas", disse.
Acompanhada por dezenas de alunos e professores da rede municipal , a solenidade teve as presenças da secretária municipal da Educação, Cleci Jurach, do diretor-presidente da Refap, Roberto Nagao, do consultor acadêmico do Fronteiras da Educação, Francisco Marshall e da coordenadora do projeto, Michele Mastalir.
terça-feira, 23 de agosto de 2011
Fronteiras do Pensamento

O tema discutido foi Direitos Humanos e Democracia. Apresentada por Fabrício Carpinejar, trajando calça com coraçõezinhos e óculos de lentes roxas (!!!), o prof. Dr. Francisco Marshall, historiador e arqueólogo, professor do Departamento de História IFCH-UFRGS e pelo psicólogo e historiador Jéferson Magalhães. Aula bem dinâmica e interativa. Os alunos adoraram.
Fotos daqui a alguns dias.
Links do evento, abaixo:
http://www.fronteirasdopensamento.com.br/portal/noticias/2011/08/17/fronteiras-educacao-dialogos-com-geracao-z
http://www2.portoalegre.rs.gov.br/smed/default.php?p_noticia=144621&FRONTEIRAS+DA+EDUCACAO+ABORDA+DIREITOS+HUMANOS+PARA+ALUNOS
http://www.fronteirasdopensamento.com.br/portal/fe_geracao_z
segunda-feira, 22 de agosto de 2011
quinta-feira, 18 de agosto de 2011
Projeto VIDHAS da Carris no Giúdice

Várias turmas visitaram a exposição e C21 e C22 participaram da palestra. A qual foi elogiada por alunos.
No blog do projeto, Lorecinda elogiou a participação e a acolhida que recebeu dos alunos de nossa escola.
A escola agradece é que agradece a oportunidade do relato de Lorecinda.
http://vidhasitinerancia.blogspot.com/2011/08/primeiras-impressoes-projeto-vidhas-na.html
segunda-feira, 15 de agosto de 2011
A Cor da Cultura
http://www.acordacultura.org.br/sites/default/files/01-AudioTrack_01.mp3
http://www.acordacultura.org.br/sites/default/files/02-AudioTrack_02.mp3
http://www.acordacultura.org.br/sites/default/files/03-AudioTrack_03.mp3
http://www.acordacultura.org.br/sites/default/files/04-AudioTrack_04.mp3
http://www.acordacultura.org.br/sites/default/files/05-AudioTrack_05.mp3
http://www.acordacultura.org.br/sites/default/files/06-AudioTrack_06.mp3
http://www.acordacultura.org.br/sites/default/files/07-AudioTrack_07.mp3
http://www.acordacultura.org.br/sites/default/files/08-AudioTrack_08.mp3
http://www.acordacultura.org.br/sites/default/files/09-AudioTrack_09.mp3
http://www.acordacultura.org.br/sites/default/files/10-AudioTrack_10.mp3
http://www.acordacultura.org.br/sites/default/files/11-AudioTrack_11.mp3
http://www.acordacultura.org.br/sites/default/files/12-AudioTrack_12.mp3
http://www.acordacultura.org.br/sites/default/files/14-AudioTrack_14.mp3
http://www.acordacultura.org.br/sites/default/files/15-AudioTrack_15.mp3
http://www.acordacultura.org.br/sites/default/files/16-AudioTrack_16.mp3
terça-feira, 2 de agosto de 2011
Maquetes do Sistema Solar
domingo, 31 de julho de 2011
Parabéns!!!
Fundação Tênis realiza quarta edição do Torneio Rolando Garra
Nos dias 22 e 23 de julho, no Parque Esportivo da PUCRS, foi realizado o 4º Torneio Rolando Garra. A cerimônia de abertura contou com um desfile de 520 crianças e adolescentes, atendidos pela Fundação Tênis, entre 6 e 16 anos de idade. O evento tem como objetivo a integração e a troca de experiências entre todos os participantes dos sete núcleos da entidade, no RS.
O núcleo Humaitá, representado pela EMEF Ver Antônio Giúdice, participou do evento com um grande número de alunos e destacou-se, positivamente, no Torneio. Para nossa ALEGRIA e ORGULHO, nossos alunos foram premiados em diversas categorias, sendo elas:
Categoria Mini- tênis (domínio livre):
Vice-campeã: Ana Paula Santiago (C12)
Categoria ¾:
Campeão: Vitor Moisés Marques (B31)
Categoria Quadra inteira (96):
Vice-campeão: Lucas Cassali Menegassi (C32)
Categoria Quadra inteira (97):
Vice-campeão: Marcelo Camargo Gomes (C13)
PRÊMIO PIERRE DE COUBERTIN – Fair Play:
Jórgisson Santos de Lima (C21)
O Prêmio Pierre de Coubertin, Fair Play, é entregue ao atleta que se destaca e traz as características olímpicas de respeito, amizade, excelência. Nosso aluno Jórgisson foi escolhido entre todas as unidades. Os professores o elogiaram muito como um menino responsável, solidário e que obteve um excelente desempenho.
Ao ser entrevistado por uma jornalista, Jórgisson, emocionado, agradeceu a premiação e disse que ela não era só dele e sim de todos que participam da Fundação!
Parabéns ao Jórgisson!
Parabéns a Fundação Tênis!
Parabéns a todos os alunos e a todas as alunas que participam da Fundação Tênis e que fazem parte das atividades do Cidade Escola!
Parabéns a todos nós, professores(as), pais, amigos, familiares que acreditaram neste Projeto e buscam unir forças para desenvolver valores de amizade, respeito, solidariedade, humanidade e a transformar nossos pequenos alunos em grandes cidadãos!
Com carinho,
Kelly Pulice.
quinta-feira, 28 de julho de 2011
História das religiões - animado
Para ver o mapa em toda a tela clicar no link abaixo:
http://mapsofwar.com/images/Democracy.swf
segunda-feira, 27 de junho de 2011
Patrimônio pelotense jogado no lixo!!!
Foi solicitado que o Ministério Público agisse e está rolando um abaixo-assinado na internet.




quinta-feira, 23 de junho de 2011
Sobre a polêmica do escrever "errado".
A gramática de Oswald de Andrade
Vez ou outra, alguém ainda fala do livro do MEC.Foi muito barulho por pouco discurso.
Voltei a pensar nisso quando reli um poema de Oswald de Andrade.
*
Pronominais
Dê-me um cigarro
Diz a gramática
Do professor e do aluno
E do mulato sabido
Mas o bom negro e o bom branco
Da Nação Brasileira
Dizem todos os dias
Deixa disso camarada
Me dá um cigarro
Postado por Juremir Machado da Silva - 18/06/2011
http://www.correiodopovo.com.br/Opiniao/?Blog=Juremir%20Machado%20da%20Silva
terça-feira, 14 de junho de 2011
Outras de sala de aula...
Estava trabalhando o surgimento da escrita. Então os alunos tiveram a tarefa de escrever em uma placa de argila, como na Mesopotâmia, para perceberam como era a escrita no princípio. Eles escreveram nas placas reivindicações de melhoria para o bairro onde moravam. O resultado me satisfez bastante.
Umas de sala de aula...
quarta-feira, 1 de junho de 2011
segunda-feira, 9 de maio de 2011
O mito da violência
Interessante opinião!
quarta-feira, 2 de março de 2011
A menina que calou o mundo
quinta-feira, 27 de janeiro de 2011
Entrevista com Eric J. Hobasbawm
"Sinto-me mais em casa na América Latina", diz Hobsbawm
Aos 93, historiador, que publica novo livro, vê região como a única em que se faz política na linguagem do século 20 e elogia Lula
TRISTRAM HUNT
DO "GUARDIAN", EM LONDRES
Hampstead Heath, em Londres, orgulha-se do seu papel na história do marxismo. Era lá que, aos domingos, Karl Marx subia o Parliament Hill com sua família. Nos dias de semana, Marx se juntava a Friedrich Engels para caminhar pelo parque. A ambição marxista permanece viva na casa de Eric Hobsbawm, numa rua lateral que sai do parque. Na última vez em que o entrevistei, em 2002, ele enfrentava outro ataque da mídia pela ligação com o Partido Comunista.
As coisas mudaram: a crise global transformou os termos da discussão, e a crítica marxista da instabilidade do capitalismo ressurgiu. Parecia não haver momento melhor para Hobsbawm reunir seus ensaios mais famosos sobre Marx em um volume, com material sobre o marxismo visto à luz do crash.

"Guardian" - Há no âmago desse livro um senso de algo que provou seu valor? De que, mesmo que as propostas de Marx possam não mais ser relevantes, ele fez as perguntas certas sobre o capitalismo?
Eric Hobsbawm - Com certeza. A redescoberta de Marx está acontecendo porque ele previu muito mais sobre o mundo moderno do que qualquer outra pessoa em 1848. É isso, acredito, o que atrai a atenção de vários observadores novos -atenção essa que, paradoxalmente, surge antes entre empresários e comentaristas de negócios, não entre a esquerda.
O sr. tem a impressão de que o que pessoas como George Soros apreciam em parte em Marx é o modo brilhante com que ele descreve a energia e o potencial do capitalismo?
Acho que é o fato de ele ter previsto a globalização que os impressionou. Mas acredito que os mais inteligentes também enxergaram uma teoria que previa o risco de crises. A teoria oficial do período, fim dos anos 90, descartava essa possibilidade.
E o sr. acha que o interesse renovado por Marx também foi beneficiado pelo fim dos Estados marxistas-leninistas?
Com a queda da União Soviética, os capitalistas deixaram de sentir medo, e desse modo tanto eles quanto nós pudemos analisar o problema de maneira muito mais equilibrada. Mas foi mais a instabilidade da economia globalizada neoliberal que, creio, começou a ficar tão evidente no fim do século.
O sr. não está surpreso com o fato de a esquerda marxista e a social-democrata não terem explorado politicamente a crise dos últimos anos?
Sim, é claro. Na realidade, uma das coisas que procuro mostrar no livro é que a crise do marxismo não é só do seu braço revolucionário, mas também do seu ramal social-democrata. O reformismo social-democrático era, essencialmente, a classe trabalhadora pressionando seus Estados-nações. Com a globalização, a capacidade dos Estados de reagir a essa pressão se reduziu concretamente. Assim, a esquerda recuou.
O sr. acha que o problema da esquerda está em parte no fim da classe trabalhadora consciente e identificável?
Historicamente falando, isso é verdade. O que ainda é possível é que a classe trabalhadora forme o esqueleto de movimentos mais amplos de transformação social. Um bom exemplo é o Brasil, que tem um caso clássico de partido trabalhista nos moldes do fim do século 19 -baseado numa aliança de sindicatos, trabalhadores, pobres em geral, intelectuais e tipos diversos de esquerda- que gerou uma coalizão governista notável. E não se pode dizer que não seja bem-sucedida, após oito anos de governo e um presidente em final de mandato [a entrevista foi feita no final de 2010] com 80% de aprovação. Ideologicamente, hoje me sinto mais em casa na América Latina. É o único lugar no mundo em que as pessoas fazem política e falam dela na velha linguagem -a dos séculos 19 e 20, de socialismo, comunismo e marxismo.
O título de seu novo livro é "How to Change the World". No final, o sr. escreve: "A substituição do capitalismo ainda me parece possível". A esperança continua forte?
Não existe esperança reduzida hoje. O que digo agora é que os problemas do século 21 exigem soluções com as quais nem o mercado puro nem a democracia liberal pura conseguem lidar adequadamente. É preciso calcular uma combinação diferente. Que nome será dado a isso não sei. Mas é bem capaz de não ser mais capitalismo, não no sentido em que o conhecemos aqui e nos EUA.