domingo, 18 de março de 2012
quinta-feira, 15 de março de 2012
sábado, 29 de outubro de 2011
Família real portuguesa no Brasil
Vídeos sobre a chegada da família real portuguesa ao Brasil, em 1808. Com base nos quadrinhos Dom João carioca.
terça-feira, 25 de outubro de 2011
segunda-feira, 24 de outubro de 2011
quarta-feira, 19 de outubro de 2011
Giúdice no Colégio Militar
Seis alunos das turmas C21 e C22, da EMEF Antônio Giúdice (Ariane, Emerson, Hendryn, Leticia, Lisa e Miriã), orientados por mim, participaram ontem, 18 de outubro, da Feira de Ciências, Arte e Cultura promovida pela Colégio Militar. A rede municipal de Porto Alegre foi convidada a participar do evento e se fez presente com dez escolas. Como convidadas, as escolas municipais não participaram do julgamento pelo comitê, no entanto, a qualidade apresentada nos trabalhos se refletiu na quantidade imensa de estudantes que não paravam de visitar nossos estandes.
Com o trabalho de meus alunos não foi diferente. Aliás, provavelmente está entre os trabalhos mais visitados.
Abaixo, algumas fotos do evento.
sexta-feira, 14 de outubro de 2011
domingo, 2 de outubro de 2011
terça-feira, 27 de setembro de 2011
Alunos na Câmara de Vereadores - parte II (fotos)
Fotos da atividade de ontem na Câmara de Vereadores de Porto Alegre. Clique nas fotos para ver em tamanho maior.
Indo para a Câmara.
Preparando-se para a Sessão Plenária do Estudante.
Esperando tudo começar.
Em pleno trabalho: elaborando leis.
Entrando no sessão dos vereadores.
Gabrielly e Júlia esperando para discursarem.
Victor durante a sessão.
Gabrielly e Júlia ao lado de Sofia Cavedon e Fernanda Melchiona.
Gabrielly sendo entrevistada.
Júlia sendo entrevistada.
segunda-feira, 26 de setembro de 2011
Alunos na Câmara de Vereadores de Porto Alegre
Eu e o Professor Jorge, da EMEF Vereador Antônio Giúdice, levamos um grupo de 30 alunos à Câmara de Vereadores de Porto Alegre, hoje à tarde. Nossa ida ao parlamento da capital gaúcha foi para participarem da Sessão Plenária do Estudante, na qual simularam as atividades de um vereador. Os alunos criaram, debateram e votaram projetos. Gabrielly, aluna da turma C33, e Júlia, da C14, discursaram no plenário da Câmara durante a sessão dos vereadores. Gabrielly pediu mais empenho na área de segurança pública e no combate à violência e Júlia criticou os altos salários dos parlamentares. Sensibilizada pelo discurso das alunas, a vereadora Fernanda (PSOL) propôs à presidência da Câmara enviar um ofício à Brigada Militar solicitando um maior policiamento no entorno da escola.
Abaixo, texto que saiu no sítio da Câmara:
Alunos pedem segurança na escola Antônio Giudice

Alunos da Escola Municipal Antônio Giudice, no bairro Humaitá,
participaram hoje (26/9) da sessão plenária da Câmara Municipal de Porto
Alegre. A atividade integra o projeto Sessão Plenária do Estudante, no
qual alunos de Porto Alegre visitam a Câmara e simulam a atuação como
vereadores. Nos discursos que fizeram no Plenário, as estudantes
Gabrielly Lima Varreira e Júlia Santos pediram aos vereadores mais
segurança no bairro, especialmente no entorno da escola. "Já tivemos um colega que foi morto com um tiro quando descia de um ônibus. É doloroso para a gente quando vemos um amigo morrer por falta de segurança", disse Gabriele. Julia criticou o salário dos parlamentares. "Se os deputados ganhassem o mesmo que ganham os trabalhadores, sobraria mais dinheiro para investir em obras na cidade."
Seis projetos
Antes de participarem da sessão dos vereadores, no Plenário Otávio Rocha, os estudantes da Antônio Giudice estiveram reunidos no Auditório Ana Terra, onde redigiram e votaram seis projetos de melhorias para a cidade. Sugeriram a criação de teatros e aulas de dança nas escolas; disponibilização de verbas para compra de materiais de artes, como fantasias; proibição de uso de piercings em jogos de futebol, como forma de evitar acidentes; contratação de médicos e enfermeiros efetivos para os postos de saúde; qualificação e reforço do policiamento e criação de um representante mirim nas câmaras municipais para dar “voz ativa” às crianças e adolescentes.
A Sessão Plenária do Estudante é um dos projetos de educação política promovidos pelo Memorial da Câmara. As escolas interessadas em participar da atividade devem entrar em contato pelos telefones (51) 3220-4187 e 3220-4318, ou pelo e-mail memorial@camarapoa.rs.gov.br
Marco Aurélio Marocco (reg. prof. 6062)
Claudete Barcellos (reg. prof. 6481)
Claudete Barcellos (reg. prof. 6481)
terça-feira, 20 de setembro de 2011
Tropa de Elite 2 para o Oscar
O filme Tropa de Elite 2, dirigido por José Padilha e protagonizado por Wagner Moura, foi o indicado brasileiro a disputar uma vaga entre os postulantes ao Oscar. Recorde de público no Brasil, recebeu inúmeras críticas positivas. É possível dizer que o filme é uma aula sobre História do Brasil recente. Infelizmente!
segunda-feira, 19 de setembro de 2011
Dica de blog educacional
Quero indicar o blog educacional "Professor Web". Há dezenas de dicas e sugestões para professores aprimorarem suas aulas, como a indicação de filmes.
Confiram!
http://oprofessorweb.wordpress.com/
Confiram!
http://oprofessorweb.wordpress.com/
Lula cutuca FHC
"Doutor Lula
No dia 27 Lula receberá em Paris o título de doutor honoris causa do Instituto de Ciências POlíticas de Paris, a prestigiosa 'Sciences Po'.
Será o seu sexto doutorado honorífico. Outro dia ele contou:
'Estou com mais de dez convites para receber esses títulos, mas agendei-os aos pouquinhos, para fazer o Fernando Henrique sofrer lentamente'."
Correio do Povo, 18 de setembro de 2011, p. 8.
No dia 27 Lula receberá em Paris o título de doutor honoris causa do Instituto de Ciências POlíticas de Paris, a prestigiosa 'Sciences Po'.
Será o seu sexto doutorado honorífico. Outro dia ele contou:
'Estou com mais de dez convites para receber esses títulos, mas agendei-os aos pouquinhos, para fazer o Fernando Henrique sofrer lentamente'."
Correio do Povo, 18 de setembro de 2011, p. 8.
Carioca vence concurso da UNESCO de redação
A estudante de direito carioca Clarice Zeitel, de 26 anos, vence o concurso da UNESCO de redação com 50.000 participantes.
Ela acaba de voltar de Paris, onde recebeu um prêmio da Organização das
Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO) por uma redação
sobre 'Como vencer a pobreza e a desigualdade'
A redação de Clarice intitulada `Pátria Madrasta Vil´ foi incluída num
livro, com outros cem textos selecionados no concurso. A publicação está disponível
no site da Biblioteca Virtual da UNESCO.
'PÁTRIA MADRASTA VIL'
Onde já se viu tanto excesso de
falta? Abundância de inexistência. .. Exagero de escassez...
Contraditórios? ? Então aí está! O novo nome do nosso país! Não
pode haver sinônimo melhor para BRASIL.
Porque o Brasil nada mais é do que o excesso de falta de caráter, a abundância de inexistência de solidariedade, o exagero de escassez de responsabilidade.
Porque o Brasil nada mais é do que o excesso de falta de caráter, a abundância de inexistência de solidariedade, o exagero de escassez de responsabilidade.
O Brasil nada mais é do que uma
combinação mal engendrada - e friamente sistematizada - de
contradições.
Há quem diga que 'dos filhos deste solo és mãe gentil.', mas eu digo que não é gentil e, muito menos, mãe. Pela definição que eu conheço de MÃE, o Brasil, está mais para madrasta vil. A minha mãe não 'tapa o sol com a peneira'. Não me daria, por exemplo, um lugar na universidade sem ter-me dado uma bela formação básica.
E mesmo há 200 anos atrás não me aboliria da escravidão se soubesse que me restaria a liberdade apenas para morrer de fome. Porque a minha mãe não iria querer me enganar, iludir. Ela me daria um verdadeiro Pacote que fosse efetivo na resolução do problema, e que contivesse educação + liberdade + igualdade. Ela sabe que de nada me adianta ter educação pela metade, ou tê-la aprisionada pela falta de oportunidade, pela falta de escolha, acorrentada pela minha voz-nada-ativa. A minha mãe sabe que eu só vou crescer se a minha educação gerar liberdade e esta, por fim, igualdade. Uma segue a outra... Sem nenhuma contradição!
Há quem diga que 'dos filhos deste solo és mãe gentil.', mas eu digo que não é gentil e, muito menos, mãe. Pela definição que eu conheço de MÃE, o Brasil, está mais para madrasta vil. A minha mãe não 'tapa o sol com a peneira'. Não me daria, por exemplo, um lugar na universidade sem ter-me dado uma bela formação básica.
E mesmo há 200 anos atrás não me aboliria da escravidão se soubesse que me restaria a liberdade apenas para morrer de fome. Porque a minha mãe não iria querer me enganar, iludir. Ela me daria um verdadeiro Pacote que fosse efetivo na resolução do problema, e que contivesse educação + liberdade + igualdade. Ela sabe que de nada me adianta ter educação pela metade, ou tê-la aprisionada pela falta de oportunidade, pela falta de escolha, acorrentada pela minha voz-nada-ativa. A minha mãe sabe que eu só vou crescer se a minha educação gerar liberdade e esta, por fim, igualdade. Uma segue a outra... Sem nenhuma contradição!
É disso que o Brasil precisa:
mudanças estruturais, revolucionárias, que quebrem esse
sistema-esquema social montado; mudanças que não sejam hipócritas,
mudanças que transformem! A mudança que nada muda é só mais uma
contradição. Os governantes (às vezes) dão uns peixinhos, mas não ensinam
a pescar. E a educação libertadora entra aí. O povo está tão
paralisado pela ignorância que não sabe a que tem direito. Não
aprendeu o que é ser cidadão. Porém, ainda nos falta um fator
fundamental para o alcance da igualdade: nossa participação efetiva;
as mudanças dentro do corpo burocrático do Estado não modificam a
estrutura. As classes média e alta - tão confortavelmente situadas
na pirâmide social - terão que fazer mais do que reclamar (o que só
serve mesmo para aliviar nossa culpa)... Mas estão elas preparadas
para isso? Eu acredito profundamente que só uma revolução
estrutural, feita de dentro pra fora e que não exclua nada nem
ninguém de seus efeitos, possa acabar com a pobreza e desigualdade
no Brasil. Afinal, de que serve um governo que não administra? De
que serve uma mãe que não afaga? E, finalmente, de que serve um
Homem que não se posiciona? Talvez o sentido de nossa própria
existência esteja ligado, justamente, a um posicionamento perante o
mundo como um todo. Sem egoísmo. Cada um por todos. Algumas
perguntas, quando auto-indagadas, se tornam elucidativas.
Pergunte-se: quero ser pobre no Brasil? Filho de uma mãe gentil ou
de uma madrasta vil? Ser tratado como cidadão ou excluído? Como
gente... Ou como bicho?
Clarice Zeitel Vianna Silva
Assinar:
Postagens (Atom)
