segunda-feira, 19 de setembro de 2011

Lula cutuca FHC

"Doutor Lula
No dia 27 Lula receberá em Paris o título de doutor honoris causa do Instituto de Ciências POlíticas de Paris, a prestigiosa 'Sciences Po'.
Será o seu sexto doutorado honorífico. Outro dia ele contou:
'Estou com mais de dez convites para receber esses títulos, mas agendei-os aos pouquinhos, para fazer o Fernando Henrique sofrer lentamente'."

Correio do Povo, 18 de setembro de 2011, p. 8.

Carioca vence concurso da UNESCO de redação

A estudante de direito carioca Clarice Zeitel, de 26 anos, vence o concurso da UNESCO de redação com 50.000 participantes.
Ela acaba de voltar de Paris, onde recebeu um prêmio da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO) por uma redação sobre 'Como vencer a pobreza e a desigualdade'

A redação de Clarice intitulada `Pátria Madrasta Vil´ foi incluída num livro, com  outros cem textos selecionados no concurso. A publicação está disponível no site da Biblioteca Virtual da UNESCO.


'PÁTRIA MADRASTA VIL'
Onde já se viu tanto excesso de falta? Abundância de inexistência. .. Exagero de escassez... Contraditórios? ? Então aí está! O novo nome do nosso país! Não pode haver sinônimo melhor para BRASIL.
Porque o Brasil nada mais é do que o excesso de falta de caráter, a abundância de inexistência de solidariedade, o exagero de escassez de responsabilidade.
O Brasil nada mais é do que uma combinação mal engendrada - e friamente sistematizada - de contradições.
Há quem diga que 'dos filhos deste solo és mãe gentil.', mas eu digo que não é gentil e, muito menos, mãe. Pela definição que eu conheço de MÃE, o Brasil, está mais para madrasta vil. A minha mãe não 'tapa o sol com a peneira'. Não me daria, por exemplo, um lugar na universidade sem ter-me dado uma bela formação básica.
E mesmo há 200 anos atrás não me aboliria da escravidão se soubesse que me restaria a liberdade apenas para morrer de fome. Porque a minha mãe não iria querer me enganar, iludir. Ela me daria um verdadeiro Pacote que fosse efetivo na resolução do problema, e que contivesse educação + liberdade + igualdade. Ela sabe que de nada me adianta ter educação pela metade, ou tê-la aprisionada pela falta de oportunidade, pela falta de escolha, acorrentada pela minha voz-nada-ativa. A minha mãe sabe que eu só vou crescer se a minha educação gerar liberdade e esta, por fim, igualdade. Uma segue a outra... Sem nenhuma contradição!
É disso que o Brasil precisa: mudanças estruturais, revolucionárias, que quebrem esse sistema-esquema social montado; mudanças que não sejam hipócritas, mudanças que transformem! A mudança que nada muda é só mais uma contradição. Os governantes (às vezes) dão uns peixinhos, mas não ensinam a pescar. E a educação libertadora entra aí. O povo está tão paralisado pela ignorância que não sabe a que tem direito. Não aprendeu o que é ser cidadão. Porém, ainda nos falta um fator fundamental para o alcance da igualdade: nossa participação efetiva; as mudanças dentro do corpo burocrático do Estado não modificam a estrutura. As classes média e alta - tão confortavelmente situadas na pirâmide social - terão que fazer mais do que reclamar (o que só serve mesmo para aliviar nossa culpa)... Mas estão elas preparadas para isso? Eu acredito profundamente que só uma revolução estrutural, feita de dentro pra fora e que não exclua nada nem ninguém de seus efeitos, possa acabar com a pobreza e desigualdade no Brasil. Afinal, de que serve um governo que não administra? De que serve uma mãe que não afaga? E, finalmente, de que serve um Homem que não se posiciona? Talvez o sentido de nossa própria existência esteja ligado, justamente, a um posicionamento perante o mundo como um todo. Sem egoísmo. Cada um por todos. Algumas perguntas, quando auto-indagadas, se tornam elucidativas. Pergunte-se: quero ser pobre no Brasil? Filho de uma mãe gentil ou de uma madrasta vil? Ser tratado como cidadão ou excluído? Como gente... Ou como bicho?

Clarice Zeitel Vianna Silva

quarta-feira, 14 de setembro de 2011

Livrão Geração Z 2010

Para ficar como fonte de informação para as escolas da rede municipal, o conteúdo dos encontros da Fronteiras da Educação - Diálogos com a Geração Z, realizados no ano passado, foi agrupado na publicação Livrão Geração Z 2010. O Livrão foi lançado na tarde desta quarta-feira, 14, no Paço Municipal, quando o prefeito José Fortunati e os alunos das escolas municipais receberam os primeiros exemplares.

Parceria - Neste ano, a parceria foi renovada para a segunda edição do ciclo, focado nos estudantes de 11 a 17 anos, a partir da sexta série do ensino fundamental. Representando o reitor UFRGS no ato, a pró-reitora de Extensão da Universidade, Sandra de Deus, afirmou que o resultado reforça o comprometimento em torno da parceria. "A Universidade buscou avançar no seu papel de preparar a geração Z para chegar na universidade com outro nível de exigência com relação ao mundo acadêmico. Queremos formar platéias criticas", disse.

Acompanhada por dezenas de alunos e professores da rede municipal , a solenidade teve as presenças da secretária municipal da Educação, Cleci Jurach, do diretor-presidente da Refap, Roberto Nagao, do consultor acadêmico do Fronteiras da Educação, Francisco Marshall e da coordenadora do projeto, Michele Mastalir. 

Cada escola receberá 15 exemplares da publicação. As escolas municipais de Ensino Fundamental contempladas com a publicação são: Professora Ana Íris do Amaral, Vereador Antônio Giúdice, Aramy Silva, Chapéu do Sol, Chico Mendes, Décio Martins Costa, Professor Gilberto Jorge Gonçalves de Silva, Grande Oriente do Rio Grande do Sul, Afonso Guerreiro Lima, Jean Piaget, João Antônio Satte, José Loureiro da Silva, Professora Judith Macedo de Araújo, Lidovino Fanton, Mario Quintana, Vila Monte Cristo, Nossa Senhora de Fátima, Nossa Senhora do Carmo, Pepita de Leão, Professor Anísio Teixeira, Rincão, Wenceslau Fontoura e São Pedro.

terça-feira, 23 de agosto de 2011

Fronteiras do Pensamento


Estive hoje pela manhã em uma atividade do Fronteiras Educação - Diálogos com a Geração Z com seis turmas da minha escola. O Fronteiras Educação é parte integrante do Fronteiras do Pensamento, curso de altos estudos com intectuais renomados mundialmente, ampliado para professores e alunos da rede pública de Porto Alegre.
O tema discutido foi Direitos Humanos e Democracia. Apresentada por Fabrício Carpinejar, trajando calça com coraçõezinhos e óculos de lentes roxas (!!!), o prof. Dr. Francisco Marshall, historiador e arqueólogo, professor do Departamento de História IFCH-UFRGS e pelo psicólogo e historiador Jéferson Magalhães. Aula bem dinâmica e interativa. Os alunos adoraram.
Fotos daqui a alguns dias.

Links do evento, abaixo:

http://www.fronteirasdopensamento.com.br/portal/noticias/2011/08/17/fronteiras-educacao-dialogos-com-geracao-z

http://www2.portoalegre.rs.gov.br/smed/default.php?p_noticia=144621&FRONTEIRAS+DA+EDUCACAO+ABORDA+DIREITOS+HUMANOS+PARA+ALUNOS

http://www.fronteirasdopensamento.com.br/portal/fe_geracao_z

quinta-feira, 18 de agosto de 2011

Projeto VIDHAS da Carris no Giúdice

Agendei pessoalmente a exposição itinerante “VIDHAS: história de lutas e conquistas dos negros pelos Direitos Humanos”, criada pela equipe Memória Carris, de Porto Alegre. Além dos 22 banners que compõem a exposição, o projeto conta com a palestra de um dos quatro retratados. A palestrante na nossa escola foi Lorecinda Ferreira Abrão, que atualmente trabalha no Gabinete de Planejamento Estratégico, da Prefeitura Municipal de Porto Alegre.

Várias turmas visitaram a exposição e C21 e C22 participaram da palestra. A qual foi elogiada por alunos.

No blog do projeto, Lorecinda elogiou a participação e a acolhida que recebeu dos alunos de nossa escola.

A escola agradece é que agradece a oportunidade do relato de Lorecinda.

http://vidhasitinerancia.blogspot.com/2011/08/primeiras-impressoes-projeto-vidhas-na.html

terça-feira, 2 de agosto de 2011

Maquetes do Sistema Solar

Mais alguma maquetes do Sistema Solar construídas por meus alunos. Estas são de 2011.


Abaixo o vídeo de uma maquete com movimento.

domingo, 31 de julho de 2011

Parabéns!!!

Reproduzo o texto escrito pela diretora da escola onde leciono, EMEF Vereador Antônio Giúdice, pela participação expressiva de alunos em torneio esportivo. Meus parabéns aos alunos premiados. São motivo de orgulho para todos os professores.

Fundação Tênis realiza quarta edição do Torneio Rolando Garra

Nos dias 22 e 23 de julho, no Parque Esportivo da PUCRS, foi realizado o 4º Torneio Rolando Garra. A cerimônia de abertura contou com um desfile de 520 crianças e adolescentes, atendidos pela Fundação Tênis, entre 6 e 16 anos de idade. O evento tem como objetivo a integração e a troca de experiências entre todos os participantes dos sete núcleos da entidade, no RS.

O núcleo Humaitá, representado pela EMEF Ver Antônio Giúdice, participou do evento com um grande número de alunos e destacou-se, positivamente, no Torneio. Para nossa ALEGRIA e ORGULHO, nossos alunos foram premiados em diversas categorias, sendo elas:

Categoria Mini- tênis (domínio livre):
Vice-campeã: Ana Paula Santiago (C12)

Categoria ¾:
Campeão: Vitor Moisés Marques (B31)

Categoria Quadra inteira (96):
Vice-campeão: Lucas Cassali Menegassi (C32)

Categoria Quadra inteira (97):
Vice-campeão: Marcelo Camargo Gomes (C13)

PRÊMIO PIERRE DE COUBERTIN – Fair Play:
Jórgisson Santos de Lima (C21)

O Prêmio Pierre de Coubertin, Fair Play, é entregue ao atleta que se destaca e traz as características olímpicas de respeito, amizade, excelência. Nosso aluno Jórgisson foi escolhido entre todas as unidades. Os professores o elogiaram muito como um menino responsável, solidário e que obteve um excelente desempenho.

Ao ser entrevistado por uma jornalista, Jórgisson, emocionado, agradeceu a premiação e disse que ela não era só dele e sim de todos que participam da Fundação!

Parabéns ao Jórgisson!

Parabéns a Fundação Tênis!

Parabéns a todos os alunos e a todas as alunas que participam da Fundação Tênis e que fazem parte das atividades do Cidade Escola!

Parabéns a todos nós, professores(as), pais, amigos, familiares que acreditaram neste Projeto e buscam unir forças para desenvolver valores de amizade, respeito, solidariedade, humanidade e a transformar nossos pequenos alunos em grandes cidadãos!

Com carinho,

Kelly Pulice.

quinta-feira, 28 de julho de 2011

segunda-feira, 27 de junho de 2011

Patrimônio pelotense jogado no lixo!!!

Essa é difícil de acreditar, mas as fotos abaixo estão aí para comprovar. A atual direção da Biblioteca Pública Pelotense demonstrou não ter nenhuma preocupação com o patrimônio da cidade. Centenas de jornais antigos foram simplesmente descartados, ou seja, jogados no lixo. Como as fotos mostram, a quantidade de documentos históricos valiosíssimos para a história da cidade, do estado e do país, encheram a carroceria de um caminhão pequeno e uma carroça. No meio do trajeto o dono de um sebo, que não é bobo nem nada, comprou dos transportadores o material que ia ser jogado fora e o está vendendo pela bagatela de oito mil reais!
Foi solicitado que o Ministério Público agisse e está rolando um abaixo-assinado na internet.

quinta-feira, 23 de junho de 2011

Sobre a polêmica do escrever "errado".

A gramática de Oswald de Andrade

Vez ou outra, alguém ainda fala do livro do MEC.
Foi muito barulho por pouco discurso.
Voltei a pensar nisso quando reli um poema de Oswald de Andrade.
*
Pronominais

Dê-me um cigarro
Diz a gramática
Do professor e do aluno
E do mulato sabido
Mas o bom negro e o bom branco
Da Nação Brasileira
Dizem todos os dias
Deixa disso camarada
Me dá um cigarro

Postado por Juremir Machado da Silva - 18/06/2011

http://www.correiodopovo.com.br/Opiniao/?Blog=Juremir%20Machado%20da%20Silva

terça-feira, 14 de junho de 2011

Outras de sala de aula...

Resolvi deixar a preguiça um pouco de lado e atualizar o blog, que andava meio parado. Aqui vai outra aula bem legal. Este trabalho foi realizado com a EJA, em Sapucaia do Sul, na EMEF Júlio Ströher, em 2009.
Estava trabalhando o surgimento da escrita. Então os alunos tiveram a tarefa de escrever em uma placa de argila, como na Mesopotâmia, para perceberam como era a escrita no princípio. Eles escreveram nas placas reivindicações de melhoria para o bairro onde moravam. O resultado me satisfez bastante.

Umas de sala de aula...

Eu e a professora Zenira coordenamos uma oficina para construção de tambores africanos, em um sábado letivo, na EMEF Antônio Giúdice. Algumas fotos para vocês olharem o trabalho.

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