terça-feira, 23 de agosto de 2011

Fronteiras do Pensamento


Estive hoje pela manhã em uma atividade do Fronteiras Educação - Diálogos com a Geração Z com seis turmas da minha escola. O Fronteiras Educação é parte integrante do Fronteiras do Pensamento, curso de altos estudos com intectuais renomados mundialmente, ampliado para professores e alunos da rede pública de Porto Alegre.
O tema discutido foi Direitos Humanos e Democracia. Apresentada por Fabrício Carpinejar, trajando calça com coraçõezinhos e óculos de lentes roxas (!!!), o prof. Dr. Francisco Marshall, historiador e arqueólogo, professor do Departamento de História IFCH-UFRGS e pelo psicólogo e historiador Jéferson Magalhães. Aula bem dinâmica e interativa. Os alunos adoraram.
Fotos daqui a alguns dias.

Links do evento, abaixo:

http://www.fronteirasdopensamento.com.br/portal/noticias/2011/08/17/fronteiras-educacao-dialogos-com-geracao-z

http://www2.portoalegre.rs.gov.br/smed/default.php?p_noticia=144621&FRONTEIRAS+DA+EDUCACAO+ABORDA+DIREITOS+HUMANOS+PARA+ALUNOS

http://www.fronteirasdopensamento.com.br/portal/fe_geracao_z

quinta-feira, 18 de agosto de 2011

Projeto VIDHAS da Carris no Giúdice

Agendei pessoalmente a exposição itinerante “VIDHAS: história de lutas e conquistas dos negros pelos Direitos Humanos”, criada pela equipe Memória Carris, de Porto Alegre. Além dos 22 banners que compõem a exposição, o projeto conta com a palestra de um dos quatro retratados. A palestrante na nossa escola foi Lorecinda Ferreira Abrão, que atualmente trabalha no Gabinete de Planejamento Estratégico, da Prefeitura Municipal de Porto Alegre.

Várias turmas visitaram a exposição e C21 e C22 participaram da palestra. A qual foi elogiada por alunos.

No blog do projeto, Lorecinda elogiou a participação e a acolhida que recebeu dos alunos de nossa escola.

A escola agradece é que agradece a oportunidade do relato de Lorecinda.

http://vidhasitinerancia.blogspot.com/2011/08/primeiras-impressoes-projeto-vidhas-na.html

segunda-feira, 15 de agosto de 2011

A Cor da Cultura

Do sítio A Cor da Cultura, sobre a herança africana constituinte da música brasileira.

http://www.acordacultura.org.br/sites/default/files/01-AudioTrack_01.mp3

http://www.acordacultura.org.br/sites/default/files/02-AudioTrack_02.mp3

http://www.acordacultura.org.br/sites/default/files/03-AudioTrack_03.mp3

http://www.acordacultura.org.br/sites/default/files/04-AudioTrack_04.mp3

http://www.acordacultura.org.br/sites/default/files/05-AudioTrack_05.mp3

http://www.acordacultura.org.br/sites/default/files/06-AudioTrack_06.mp3

http://www.acordacultura.org.br/sites/default/files/07-AudioTrack_07.mp3

http://www.acordacultura.org.br/sites/default/files/08-AudioTrack_08.mp3

http://www.acordacultura.org.br/sites/default/files/09-AudioTrack_09.mp3

http://www.acordacultura.org.br/sites/default/files/10-AudioTrack_10.mp3

http://www.acordacultura.org.br/sites/default/files/11-AudioTrack_11.mp3

http://www.acordacultura.org.br/sites/default/files/12-AudioTrack_12.mp3

http://www.acordacultura.org.br/sites/default/files/14-AudioTrack_14.mp3

http://www.acordacultura.org.br/sites/default/files/15-AudioTrack_15.mp3

http://www.acordacultura.org.br/sites/default/files/16-AudioTrack_16.mp3

terça-feira, 2 de agosto de 2011

Maquetes do Sistema Solar

Mais alguma maquetes do Sistema Solar construídas por meus alunos. Estas são de 2011.


Abaixo o vídeo de uma maquete com movimento.

domingo, 31 de julho de 2011

Parabéns!!!

Reproduzo o texto escrito pela diretora da escola onde leciono, EMEF Vereador Antônio Giúdice, pela participação expressiva de alunos em torneio esportivo. Meus parabéns aos alunos premiados. São motivo de orgulho para todos os professores.

Fundação Tênis realiza quarta edição do Torneio Rolando Garra

Nos dias 22 e 23 de julho, no Parque Esportivo da PUCRS, foi realizado o 4º Torneio Rolando Garra. A cerimônia de abertura contou com um desfile de 520 crianças e adolescentes, atendidos pela Fundação Tênis, entre 6 e 16 anos de idade. O evento tem como objetivo a integração e a troca de experiências entre todos os participantes dos sete núcleos da entidade, no RS.

O núcleo Humaitá, representado pela EMEF Ver Antônio Giúdice, participou do evento com um grande número de alunos e destacou-se, positivamente, no Torneio. Para nossa ALEGRIA e ORGULHO, nossos alunos foram premiados em diversas categorias, sendo elas:

Categoria Mini- tênis (domínio livre):
Vice-campeã: Ana Paula Santiago (C12)

Categoria ¾:
Campeão: Vitor Moisés Marques (B31)

Categoria Quadra inteira (96):
Vice-campeão: Lucas Cassali Menegassi (C32)

Categoria Quadra inteira (97):
Vice-campeão: Marcelo Camargo Gomes (C13)

PRÊMIO PIERRE DE COUBERTIN – Fair Play:
Jórgisson Santos de Lima (C21)

O Prêmio Pierre de Coubertin, Fair Play, é entregue ao atleta que se destaca e traz as características olímpicas de respeito, amizade, excelência. Nosso aluno Jórgisson foi escolhido entre todas as unidades. Os professores o elogiaram muito como um menino responsável, solidário e que obteve um excelente desempenho.

Ao ser entrevistado por uma jornalista, Jórgisson, emocionado, agradeceu a premiação e disse que ela não era só dele e sim de todos que participam da Fundação!

Parabéns ao Jórgisson!

Parabéns a Fundação Tênis!

Parabéns a todos os alunos e a todas as alunas que participam da Fundação Tênis e que fazem parte das atividades do Cidade Escola!

Parabéns a todos nós, professores(as), pais, amigos, familiares que acreditaram neste Projeto e buscam unir forças para desenvolver valores de amizade, respeito, solidariedade, humanidade e a transformar nossos pequenos alunos em grandes cidadãos!

Com carinho,

Kelly Pulice.

quinta-feira, 28 de julho de 2011

segunda-feira, 27 de junho de 2011

Patrimônio pelotense jogado no lixo!!!

Essa é difícil de acreditar, mas as fotos abaixo estão aí para comprovar. A atual direção da Biblioteca Pública Pelotense demonstrou não ter nenhuma preocupação com o patrimônio da cidade. Centenas de jornais antigos foram simplesmente descartados, ou seja, jogados no lixo. Como as fotos mostram, a quantidade de documentos históricos valiosíssimos para a história da cidade, do estado e do país, encheram a carroceria de um caminhão pequeno e uma carroça. No meio do trajeto o dono de um sebo, que não é bobo nem nada, comprou dos transportadores o material que ia ser jogado fora e o está vendendo pela bagatela de oito mil reais!
Foi solicitado que o Ministério Público agisse e está rolando um abaixo-assinado na internet.

quinta-feira, 23 de junho de 2011

Sobre a polêmica do escrever "errado".

A gramática de Oswald de Andrade

Vez ou outra, alguém ainda fala do livro do MEC.
Foi muito barulho por pouco discurso.
Voltei a pensar nisso quando reli um poema de Oswald de Andrade.
*
Pronominais

Dê-me um cigarro
Diz a gramática
Do professor e do aluno
E do mulato sabido
Mas o bom negro e o bom branco
Da Nação Brasileira
Dizem todos os dias
Deixa disso camarada
Me dá um cigarro

Postado por Juremir Machado da Silva - 18/06/2011

http://www.correiodopovo.com.br/Opiniao/?Blog=Juremir%20Machado%20da%20Silva

terça-feira, 14 de junho de 2011

Outras de sala de aula...

Resolvi deixar a preguiça um pouco de lado e atualizar o blog, que andava meio parado. Aqui vai outra aula bem legal. Este trabalho foi realizado com a EJA, em Sapucaia do Sul, na EMEF Júlio Ströher, em 2009.
Estava trabalhando o surgimento da escrita. Então os alunos tiveram a tarefa de escrever em uma placa de argila, como na Mesopotâmia, para perceberam como era a escrita no princípio. Eles escreveram nas placas reivindicações de melhoria para o bairro onde moravam. O resultado me satisfez bastante.

Umas de sala de aula...

Eu e a professora Zenira coordenamos uma oficina para construção de tambores africanos, em um sábado letivo, na EMEF Antônio Giúdice. Algumas fotos para vocês olharem o trabalho.

segunda-feira, 9 de maio de 2011

O mito da violência

Steven Pinker mapeia o declínio da violência desde os tempos bíblicos até os nossos dias, e argumenta que, apesar de parecer ilógico e até obsceno (dado o que acontece no Iraq e em Darfur), estamos vivendo a época mais pacífica da existência de nossa espécie.
Interessante opinião!


quarta-feira, 2 de março de 2011

A menina que calou o mundo

Talvez este tenha sido o melhor discurso que eu tenha ouvido. E o mais impressionante é que foi proferido por uma menina diante de representantes de vários países do mundo!

quinta-feira, 27 de janeiro de 2011

Entrevista com Eric J. Hobasbawm

"Sinto-me mais em casa na América Latina", diz Hobsbawm

Aos 93, historiador, que publica novo livro, vê região como a única em que se faz política na linguagem do século 20 e elogia Lula

TRISTRAM HUNT
DO "GUARDIAN", EM LONDRES

Hampstead Heath, em Londres, orgulha-se do seu papel na história do marxismo. Era lá que, aos domingos, Karl Marx subia o Parliament Hill com sua família. Nos dias de semana, Marx se juntava a Friedrich Engels para caminhar pelo parque. A ambição marxista permanece viva na casa de Eric Hobsbawm, numa rua lateral que sai do parque. Na última vez em que o entrevistei, em 2002, ele enfrentava outro ataque da mídia pela ligação com o Partido Comunista.

As coisas mudaram: a crise global transformou os termos da discussão, e a crítica marxista da instabilidade do capitalismo ressurgiu. Parecia não haver momento melhor para Hobsbawm reunir seus ensaios mais famosos sobre Marx em um volume, com material sobre o marxismo visto à luz do crash.


"Guardian" - Há no âmago desse livro um senso de algo que provou seu valor? De que, mesmo que as propostas de Marx possam não mais ser relevantes, ele fez as perguntas certas sobre o capitalismo?

Eric Hobsbawm -
Com certeza. A redescoberta de Marx está acontecendo porque ele previu muito mais sobre o mundo moderno do que qualquer outra pessoa em 1848. É isso, acredito, o que atrai a atenção de vários observadores novos -atenção essa que, paradoxalmente, surge antes entre empresários e comentaristas de negócios, não entre a esquerda.

O sr. tem a impressão de que o que pessoas como George Soros apreciam em parte em Marx é o modo brilhante com que ele descreve a energia e o potencial do capitalismo?

Acho que é o fato de ele ter previsto a globalização que os impressionou. Mas acredito que os mais inteligentes também enxergaram uma teoria que previa o risco de crises. A teoria oficial do período, fim dos anos 90, descartava essa possibilidade.

E o sr. acha que o interesse renovado por Marx também foi beneficiado pelo fim dos Estados marxistas-leninistas?

Com a queda da União Soviética, os capitalistas deixaram de sentir medo, e desse modo tanto eles quanto nós pudemos analisar o problema de maneira muito mais equilibrada. Mas foi mais a instabilidade da economia globalizada neoliberal que, creio, começou a ficar tão evidente no fim do século.

O sr. não está surpreso com o fato de a esquerda marxista e a social-democrata não terem explorado politicamente a crise dos últimos anos?

Sim, é claro. Na realidade, uma das coisas que procuro mostrar no livro é que a crise do marxismo não é só do seu braço revolucionário, mas também do seu ramal social-democrata. O reformismo social-democrático era, essencialmente, a classe trabalhadora pressionando seus Estados-nações. Com a globalização, a capacidade dos Estados de reagir a essa pressão se reduziu concretamente. Assim, a esquerda recuou.

O sr. acha que o problema da esquerda está em parte no fim da classe trabalhadora consciente e identificável?

Historicamente falando, isso é verdade. O que ainda é possível é que a classe trabalhadora forme o esqueleto de movimentos mais amplos de transformação social. Um bom exemplo é o Brasil, que tem um caso clássico de partido trabalhista nos moldes do fim do século 19 -baseado numa aliança de sindicatos, trabalhadores, pobres em geral, intelectuais e tipos diversos de esquerda- que gerou uma coalizão governista notável. E não se pode dizer que não seja bem-sucedida, após oito anos de governo e um presidente em final de mandato [a entrevista foi feita no final de 2010] com 80% de aprovação. Ideologicamente, hoje me sinto mais em casa na América Latina. É o único lugar no mundo em que as pessoas fazem política e falam dela na velha linguagem -a dos séculos 19 e 20, de socialismo, comunismo e marxismo.

O título de seu novo livro é "How to Change the World". No final, o sr. escreve: "A substituição do capitalismo ainda me parece possível". A esperança continua forte?

Não existe esperança reduzida hoje. O que digo agora é que os problemas do século 21 exigem soluções com as quais nem o mercado puro nem a democracia liberal pura conseguem lidar adequadamente. É preciso calcular uma combinação diferente. Que nome será dado a isso não sei. Mas é bem capaz de não ser mais capitalismo, não no sentido em que o conhecemos aqui e nos EUA.

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