segunda-feira, 22 de agosto de 2011
quinta-feira, 18 de agosto de 2011
Projeto VIDHAS da Carris no Giúdice
Agendei pessoalmente a exposição itinerante “VIDHAS: história de lutas e conquistas dos negros pelos Direitos Humanos”, criada pela equipe Memória Carris, de Porto Alegre. Além dos 22 banners que compõem a exposição, o projeto conta com a palestra de um dos quatro retratados. A palestrante na nossa escola foi Lorecinda Ferreira Abrão, que atualmente trabalha no Gabinete de Planejamento Estratégico, da Prefeitura Municipal de Porto Alegre.
Várias turmas visitaram a exposição e C21 e C22 participaram da palestra. A qual foi elogiada por alunos.
No blog do projeto, Lorecinda elogiou a participação e a acolhida que recebeu dos alunos de nossa escola.
A escola agradece é que agradece a oportunidade do relato de Lorecinda.
http://vidhasitinerancia.blogspot.com/2011/08/primeiras-impressoes-projeto-vidhas-na.html
segunda-feira, 15 de agosto de 2011
A Cor da Cultura
http://www.acordacultura.org.br/sites/default/files/01-AudioTrack_01.mp3
http://www.acordacultura.org.br/sites/default/files/02-AudioTrack_02.mp3
http://www.acordacultura.org.br/sites/default/files/03-AudioTrack_03.mp3
http://www.acordacultura.org.br/sites/default/files/04-AudioTrack_04.mp3
http://www.acordacultura.org.br/sites/default/files/05-AudioTrack_05.mp3
http://www.acordacultura.org.br/sites/default/files/06-AudioTrack_06.mp3
http://www.acordacultura.org.br/sites/default/files/07-AudioTrack_07.mp3
http://www.acordacultura.org.br/sites/default/files/08-AudioTrack_08.mp3
http://www.acordacultura.org.br/sites/default/files/09-AudioTrack_09.mp3
http://www.acordacultura.org.br/sites/default/files/10-AudioTrack_10.mp3
http://www.acordacultura.org.br/sites/default/files/11-AudioTrack_11.mp3
http://www.acordacultura.org.br/sites/default/files/12-AudioTrack_12.mp3
http://www.acordacultura.org.br/sites/default/files/14-AudioTrack_14.mp3
http://www.acordacultura.org.br/sites/default/files/15-AudioTrack_15.mp3
http://www.acordacultura.org.br/sites/default/files/16-AudioTrack_16.mp3
terça-feira, 2 de agosto de 2011
Maquetes do Sistema Solar
domingo, 31 de julho de 2011
Parabéns!!!
Fundação Tênis realiza quarta edição do Torneio Rolando Garra
Nos dias 22 e 23 de julho, no Parque Esportivo da PUCRS, foi realizado o 4º Torneio Rolando Garra. A cerimônia de abertura contou com um desfile de 520 crianças e adolescentes, atendidos pela Fundação Tênis, entre 6 e 16 anos de idade. O evento tem como objetivo a integração e a troca de experiências entre todos os participantes dos sete núcleos da entidade, no RS.
O núcleo Humaitá, representado pela EMEF Ver Antônio Giúdice, participou do evento com um grande número de alunos e destacou-se, positivamente, no Torneio. Para nossa ALEGRIA e ORGULHO, nossos alunos foram premiados em diversas categorias, sendo elas:
Categoria Mini- tênis (domínio livre):
Vice-campeã: Ana Paula Santiago (C12)
Categoria ¾:
Campeão: Vitor Moisés Marques (B31)
Categoria Quadra inteira (96):
Vice-campeão: Lucas Cassali Menegassi (C32)
Categoria Quadra inteira (97):
Vice-campeão: Marcelo Camargo Gomes (C13)
PRÊMIO PIERRE DE COUBERTIN – Fair Play:
Jórgisson Santos de Lima (C21)
O Prêmio Pierre de Coubertin, Fair Play, é entregue ao atleta que se destaca e traz as características olímpicas de respeito, amizade, excelência. Nosso aluno Jórgisson foi escolhido entre todas as unidades. Os professores o elogiaram muito como um menino responsável, solidário e que obteve um excelente desempenho.
Ao ser entrevistado por uma jornalista, Jórgisson, emocionado, agradeceu a premiação e disse que ela não era só dele e sim de todos que participam da Fundação!
Parabéns ao Jórgisson!
Parabéns a Fundação Tênis!
Parabéns a todos os alunos e a todas as alunas que participam da Fundação Tênis e que fazem parte das atividades do Cidade Escola!
Parabéns a todos nós, professores(as), pais, amigos, familiares que acreditaram neste Projeto e buscam unir forças para desenvolver valores de amizade, respeito, solidariedade, humanidade e a transformar nossos pequenos alunos em grandes cidadãos!
Com carinho,
Kelly Pulice.
quinta-feira, 28 de julho de 2011
História das religiões - animado
Para ver o mapa em toda a tela clicar no link abaixo:
http://mapsofwar.com/images/Democracy.swf
segunda-feira, 27 de junho de 2011
Patrimônio pelotense jogado no lixo!!!
Foi solicitado que o Ministério Público agisse e está rolando um abaixo-assinado na internet.



quinta-feira, 23 de junho de 2011
Sobre a polêmica do escrever "errado".
A gramática de Oswald de Andrade
Vez ou outra, alguém ainda fala do livro do MEC.Foi muito barulho por pouco discurso.
Voltei a pensar nisso quando reli um poema de Oswald de Andrade.
*
Pronominais
Dê-me um cigarro
Diz a gramática
Do professor e do aluno
E do mulato sabido
Mas o bom negro e o bom branco
Da Nação Brasileira
Dizem todos os dias
Deixa disso camarada
Me dá um cigarro
Postado por Juremir Machado da Silva - 18/06/2011
http://www.correiodopovo.com.br/Opiniao/?Blog=Juremir%20Machado%20da%20Silva
terça-feira, 14 de junho de 2011
Outras de sala de aula...
Estava trabalhando o surgimento da escrita. Então os alunos tiveram a tarefa de escrever em uma placa de argila, como na Mesopotâmia, para perceberam como era a escrita no princípio. Eles escreveram nas placas reivindicações de melhoria para o bairro onde moravam. O resultado me satisfez bastante.
Umas de sala de aula...
quarta-feira, 1 de junho de 2011
segunda-feira, 9 de maio de 2011
O mito da violência
Interessante opinião!
quarta-feira, 2 de março de 2011
A menina que calou o mundo
quinta-feira, 27 de janeiro de 2011
Entrevista com Eric J. Hobasbawm
"Sinto-me mais em casa na América Latina", diz Hobsbawm
Aos 93, historiador, que publica novo livro, vê região como a única em que se faz política na linguagem do século 20 e elogia Lula
TRISTRAM HUNT
DO "GUARDIAN", EM LONDRES
Hampstead Heath, em Londres, orgulha-se do seu papel na história do marxismo. Era lá que, aos domingos, Karl Marx subia o Parliament Hill com sua família. Nos dias de semana, Marx se juntava a Friedrich Engels para caminhar pelo parque. A ambição marxista permanece viva na casa de Eric Hobsbawm, numa rua lateral que sai do parque. Na última vez em que o entrevistei, em 2002, ele enfrentava outro ataque da mídia pela ligação com o Partido Comunista.
As coisas mudaram: a crise global transformou os termos da discussão, e a crítica marxista da instabilidade do capitalismo ressurgiu. Parecia não haver momento melhor para Hobsbawm reunir seus ensaios mais famosos sobre Marx em um volume, com material sobre o marxismo visto à luz do crash.

"Guardian" - Há no âmago desse livro um senso de algo que provou seu valor? De que, mesmo que as propostas de Marx possam não mais ser relevantes, ele fez as perguntas certas sobre o capitalismo?
Eric Hobsbawm - Com certeza. A redescoberta de Marx está acontecendo porque ele previu muito mais sobre o mundo moderno do que qualquer outra pessoa em 1848. É isso, acredito, o que atrai a atenção de vários observadores novos -atenção essa que, paradoxalmente, surge antes entre empresários e comentaristas de negócios, não entre a esquerda.
O sr. tem a impressão de que o que pessoas como George Soros apreciam em parte em Marx é o modo brilhante com que ele descreve a energia e o potencial do capitalismo?
Acho que é o fato de ele ter previsto a globalização que os impressionou. Mas acredito que os mais inteligentes também enxergaram uma teoria que previa o risco de crises. A teoria oficial do período, fim dos anos 90, descartava essa possibilidade.
E o sr. acha que o interesse renovado por Marx também foi beneficiado pelo fim dos Estados marxistas-leninistas?
Com a queda da União Soviética, os capitalistas deixaram de sentir medo, e desse modo tanto eles quanto nós pudemos analisar o problema de maneira muito mais equilibrada. Mas foi mais a instabilidade da economia globalizada neoliberal que, creio, começou a ficar tão evidente no fim do século.
O sr. não está surpreso com o fato de a esquerda marxista e a social-democrata não terem explorado politicamente a crise dos últimos anos?
Sim, é claro. Na realidade, uma das coisas que procuro mostrar no livro é que a crise do marxismo não é só do seu braço revolucionário, mas também do seu ramal social-democrata. O reformismo social-democrático era, essencialmente, a classe trabalhadora pressionando seus Estados-nações. Com a globalização, a capacidade dos Estados de reagir a essa pressão se reduziu concretamente. Assim, a esquerda recuou.
O sr. acha que o problema da esquerda está em parte no fim da classe trabalhadora consciente e identificável?
Historicamente falando, isso é verdade. O que ainda é possível é que a classe trabalhadora forme o esqueleto de movimentos mais amplos de transformação social. Um bom exemplo é o Brasil, que tem um caso clássico de partido trabalhista nos moldes do fim do século 19 -baseado numa aliança de sindicatos, trabalhadores, pobres em geral, intelectuais e tipos diversos de esquerda- que gerou uma coalizão governista notável. E não se pode dizer que não seja bem-sucedida, após oito anos de governo e um presidente em final de mandato [a entrevista foi feita no final de 2010] com 80% de aprovação. Ideologicamente, hoje me sinto mais em casa na América Latina. É o único lugar no mundo em que as pessoas fazem política e falam dela na velha linguagem -a dos séculos 19 e 20, de socialismo, comunismo e marxismo.
O título de seu novo livro é "How to Change the World". No final, o sr. escreve: "A substituição do capitalismo ainda me parece possível". A esperança continua forte?
Não existe esperança reduzida hoje. O que digo agora é que os problemas do século 21 exigem soluções com as quais nem o mercado puro nem a democracia liberal pura conseguem lidar adequadamente. É preciso calcular uma combinação diferente. Que nome será dado a isso não sei. Mas é bem capaz de não ser mais capitalismo, não no sentido em que o conhecemos aqui e nos EUA.
