segunda-feira, 9 de maio de 2011

O mito da violência

Steven Pinker mapeia o declínio da violência desde os tempos bíblicos até os nossos dias, e argumenta que, apesar de parecer ilógico e até obsceno (dado o que acontece no Iraq e em Darfur), estamos vivendo a época mais pacífica da existência de nossa espécie.
Interessante opinião!


quarta-feira, 2 de março de 2011

A menina que calou o mundo

Talvez este tenha sido o melhor discurso que eu tenha ouvido. E o mais impressionante é que foi proferido por uma menina diante de representantes de vários países do mundo!

quinta-feira, 27 de janeiro de 2011

Entrevista com Eric J. Hobasbawm

"Sinto-me mais em casa na América Latina", diz Hobsbawm

Aos 93, historiador, que publica novo livro, vê região como a única em que se faz política na linguagem do século 20 e elogia Lula

TRISTRAM HUNT
DO "GUARDIAN", EM LONDRES

Hampstead Heath, em Londres, orgulha-se do seu papel na história do marxismo. Era lá que, aos domingos, Karl Marx subia o Parliament Hill com sua família. Nos dias de semana, Marx se juntava a Friedrich Engels para caminhar pelo parque. A ambição marxista permanece viva na casa de Eric Hobsbawm, numa rua lateral que sai do parque. Na última vez em que o entrevistei, em 2002, ele enfrentava outro ataque da mídia pela ligação com o Partido Comunista.

As coisas mudaram: a crise global transformou os termos da discussão, e a crítica marxista da instabilidade do capitalismo ressurgiu. Parecia não haver momento melhor para Hobsbawm reunir seus ensaios mais famosos sobre Marx em um volume, com material sobre o marxismo visto à luz do crash.


"Guardian" - Há no âmago desse livro um senso de algo que provou seu valor? De que, mesmo que as propostas de Marx possam não mais ser relevantes, ele fez as perguntas certas sobre o capitalismo?

Eric Hobsbawm -
Com certeza. A redescoberta de Marx está acontecendo porque ele previu muito mais sobre o mundo moderno do que qualquer outra pessoa em 1848. É isso, acredito, o que atrai a atenção de vários observadores novos -atenção essa que, paradoxalmente, surge antes entre empresários e comentaristas de negócios, não entre a esquerda.

O sr. tem a impressão de que o que pessoas como George Soros apreciam em parte em Marx é o modo brilhante com que ele descreve a energia e o potencial do capitalismo?

Acho que é o fato de ele ter previsto a globalização que os impressionou. Mas acredito que os mais inteligentes também enxergaram uma teoria que previa o risco de crises. A teoria oficial do período, fim dos anos 90, descartava essa possibilidade.

E o sr. acha que o interesse renovado por Marx também foi beneficiado pelo fim dos Estados marxistas-leninistas?

Com a queda da União Soviética, os capitalistas deixaram de sentir medo, e desse modo tanto eles quanto nós pudemos analisar o problema de maneira muito mais equilibrada. Mas foi mais a instabilidade da economia globalizada neoliberal que, creio, começou a ficar tão evidente no fim do século.

O sr. não está surpreso com o fato de a esquerda marxista e a social-democrata não terem explorado politicamente a crise dos últimos anos?

Sim, é claro. Na realidade, uma das coisas que procuro mostrar no livro é que a crise do marxismo não é só do seu braço revolucionário, mas também do seu ramal social-democrata. O reformismo social-democrático era, essencialmente, a classe trabalhadora pressionando seus Estados-nações. Com a globalização, a capacidade dos Estados de reagir a essa pressão se reduziu concretamente. Assim, a esquerda recuou.

O sr. acha que o problema da esquerda está em parte no fim da classe trabalhadora consciente e identificável?

Historicamente falando, isso é verdade. O que ainda é possível é que a classe trabalhadora forme o esqueleto de movimentos mais amplos de transformação social. Um bom exemplo é o Brasil, que tem um caso clássico de partido trabalhista nos moldes do fim do século 19 -baseado numa aliança de sindicatos, trabalhadores, pobres em geral, intelectuais e tipos diversos de esquerda- que gerou uma coalizão governista notável. E não se pode dizer que não seja bem-sucedida, após oito anos de governo e um presidente em final de mandato [a entrevista foi feita no final de 2010] com 80% de aprovação. Ideologicamente, hoje me sinto mais em casa na América Latina. É o único lugar no mundo em que as pessoas fazem política e falam dela na velha linguagem -a dos séculos 19 e 20, de socialismo, comunismo e marxismo.

O título de seu novo livro é "How to Change the World". No final, o sr. escreve: "A substituição do capitalismo ainda me parece possível". A esperança continua forte?

Não existe esperança reduzida hoje. O que digo agora é que os problemas do século 21 exigem soluções com as quais nem o mercado puro nem a democracia liberal pura conseguem lidar adequadamente. É preciso calcular uma combinação diferente. Que nome será dado a isso não sei. Mas é bem capaz de não ser mais capitalismo, não no sentido em que o conhecemos aqui e nos EUA.

quinta-feira, 20 de janeiro de 2011

IPad em salas de aula americanas.

Muitas escolas de educação básica dos Estados Unidos estão distribuindo aos alunos um IPad. Espera-se com isso atrair a atenção dos jovens. Quem sabe um dia ocorra o mesmo no Brasil.

quarta-feira, 15 de dezembro de 2010

Ano Internacional para Afrodescendentes

ONU proclama 2011 como Ano Internacional para Afrodescendentes

Em mensagem à Assembleia-Geral, Ban Ki-moon diz que o evento pretende reforçar o compromisso político para erradicar a discriminação

Mônica Villela Grayley, da Rádio ONU
Nova York (EUA) - As Nações Unidas lançaram, nesta sexta-feira em Nova Iorque, o Ano Internacional para Descendentes de Africanos. Num discurso, o Secretário-Geral, Ban Ki-moon explicou o objectivo do evento, que será marcado em 2011.
Segundo ele, o Ano Internacional tentará fortalecer o compromisso político de erradicar a discriminação a descendentes de africanos. A iniciativa também quer promover o respeito à diversidade e herança culturais. Numa entrevista à Rádio ONU, de Cabo Verde, antes do lançamento, o historiador guineense Leopoldo Amado, falou sobre a importância de se conhecer as origens africanas ao comentar o trabalho feito com quilombolas no Brasil.
Dimensão
"Esses novos quilombolas têm efetivamente o objetivo primordial de fortalecer linhas de contato. No fundo restituir-se. Restituir linhas de contatos, restituir aquilo que foi de alguma forma quebrada, aquilo que foi de alguma forma confiscada dos africanos, que é a possibilidade de reestabelecer a ligação natural entre aqueles que residem em África, que continuam a residir em África e a dimensão diaspórica deste mesmo resgate. A dimensão diaspórica da África é efetivamente larga e grande", disse.
Ban lembrou que as pessoas de origem africana estão entre as que mais sofrem com o racismo, além de ter negados seus direitos básicos à saúde de qualidade e educação.
Declaração de Durban
A comunidade internacional já afirmou que o tráfico transatlântico de escravos foi uma tragédia apavoradora não apenas por causa das barbáries cometidas, mas pelo desrespeito à humanidade.
O Secretário-Geral concluiu a mensagem sobre o Ano Internacional para os Descendentes de Africanos, a lembrar que a Declaração de Durban e o Programa de Acção que pede aos governos para assegurarem a integração total de afro-descedentes em todos os aspectos da sociedade.

http://www.unifem.org.br/003/00301009.asp?ttCD_CHAVE=128633

quarta-feira, 8 de dezembro de 2010

Recorde no cinema nacional

O filme Trope de Elite 2 já é o mais visto da história do cinema nacional. A continuação da história do capitão Nascimento ultrapassou a marca dos 10 milhões de expectadores, deixando para trás Dona Flor e seus dois maridos, na ponta do ranking há mais de 30 anos.

terça-feira, 7 de dezembro de 2010

sábado, 4 de dezembro de 2010

Preconceito contra pobres!!!

Segundo Luis Carlos Prates, da RBS TV/Globo, de Santa Catarina, os pobres são miseráveis que agora estão conseguindo comprar carros e os responsáveis pelo aumento do número de acidentes de trânsito. Preconceito puro.

Deveria ser preso!!!


sábado, 23 de outubro de 2010

Serra submissão aos Estados Unidos

Em entrevista à Carta Maior, o historiador Luiz Alberto Moniz Bandeira afirma que o processo eleitoral brasileiro está infectado por uma intensa campanha terrorista e uma guerra psicológica promovido pela direita e por grupos de extrema-direita, como TFP, Opus Dei e núcleos nazistas do Sul do país. Para Moniz Bandeira, projeto representado por José Serra é o "do Brasil submisso às diretrizes dos Estados Unidos, com sua economia privatizada e alienada aos interesses aos estrangeiros".

Redação

CM: Qual a sua avaliação sobre o processo eleitoral brasileiro e sobre a disputa que ocorre agora no segundo turno? Como o sr. caracterizaria os dois projetos em disputa?

Moniz Bandeira: O atual processo eleitoral está infectado por uma intensa campanha terrorista, uma guerra psicológica, promovida não apenas direita, mas pela extrema-direita, como a TFP, OPUS DEI e núcleos nazistas do Sul, e sustentada por interesses estrangeiros, que financiam a campanha contra a política exterior do presidente Lula , pois não querem que o Brasil se projete mais e mais como potência política global. Os dois projetos em disputam são definidos: o Brasil como potência econômica e política global, socialmente justo, militarmente forte, defendido pela candidata do PT, Dilma Roussef; o outro, representado por José Serra candidato do PSDB-DEM, é o do Brasil submisso às diretrizes dos Estados Unidos, com sua economia privatizada e alienada aos interesses aos estrangeiros.

Evidentemente, os Estados Unidos, quaisquer que seja seu governo, não querem que o Brasil se consolide como potência econômica e política global, integrando toda a América do Sul como um espaço geopolítico com maior autonomia internacional.

CM: Falando sobre política externa, o sr. poderia detalhar um pouco mais o que, na sua visão, as duas candidaturas representam?

MB: A mudança dos rumos da política externa, como José Serra e seus mentores diplomáticos pretendem, teria profundas implicações para a estratégia de defesa e segurança nacional. Ela significaria o fim do programa de reaparelhamento e modernização das Forças Armadas, a suspensão definitiva da construção do submarino nuclear e a paralisação do desenvolvimento de tecnologias sensíveis, ora em curso mediante cooperação com a França e a Alemanha, países que se dispuseram a transferir know-how para o Brasil, ao contrário dos Estados Unidos. Essa mudança de rumos, defendida pelos mentores de José Serra em política externa, levaria o Brasil a aceitar a tese de que o conceito de soberania nacional desaparece num mundo globalizado e, com isto, permitir a formação de Estados supostamente indígenas, em regiões da Amazônia, como querem muitas 100 ONGs que lá atuam.

CM: E na América Latina? O Brasil aparece hoje como um fator estimulador e fortalecedor de um processo de integração ainda em curso. Que tipo de ameaça, uma eventual vitória de José Serra representaria para esse processo?

MB: José Serra já se declarou, desde a campanha de 2002, contra o Mercosul, como união aduaneira, e sua transformação em uma área de livre comércio, compatível com o projeto da ALCA, que os Estados Unidos tratavam de impor aos países da América do Sul e que o Brasil, apoiado pela Argentina, obstaculizou. Se a ALCA houvesse sido implantada, a situação do Brasil seria desastrosa, como conseqüência da profunda crise econômica e financeira dos Estados Unidos, como aconteceu com o México.

José Serra também criou recentemente problemas, fazendo declarações ofensivas à Argentina, Bolívia e Venezuela, países com os quais o Brasil tem necessariamente de manter muitos boas relações, goste ou não goste de seus governantes. Trata-se do interesse nacional e não de idiossincrasia política.

CM: Na sua avaliação, quais foram as mudanças mais significativas da política externa brasileira, que devem ser preservadas?

MB: O governo do presidente Lula, tendo o embaixador Celso Amorim como chanceler, considerado pela revista Foreign Policy, dos Estados Unidos, como o melhor do mundo, na atualidade, alargou as fronteiras diplomáticas do Brasil. Seus resultados são visíveis em números: sob o governo do presidente Fernando Henrique Cardoso, as exportações do Brasil cresceram apenas 14 bilhões, subindo de 47 bilhões de dólares em 1995 para 61 bilhões em 2002. No governo do presidente Lula, as exportações brasileiras saltaram de 73 bilhões de dólares, em 2003, para 145 bilhões em 2010: dobraram. Aumentaram 72 bilhões , cinco vezes mais, do que no governo de Fernando Henrique Cardoso.

Essas cifras evidenciam o êxito da política externa brasileira, abrindo e diversificando os mercados no exterior. Mas há outro fato que vale ressaltar, para mostrar a projeção internacional que o Brasil. Em dezembro de 2002, último ano do governo de Fernando Henrique Cardoso, as reservas brasileiras eram de apenas 38 bilhões de dólares... Sob o governo Lula, as reservas brasileiras saltaram de 49 bilhões de dólares, em 2003, para 280 bilhões de dólares em outubro de 2010. Aumentaram sete vezes mais do que no governo do presidente Fernando Henrique Cardoso. Tais números representam uma enorme redução da vulnerabilidade do Brasil.

É bom recordar que, logo após o presidente Fernando Henrique Cardoso inaugurar seu segundo mandato, em apenas seis dias, entre 6 e 12 de janeiro de 1999, o Brasil perdeu mais de 2 bilhões de dólares para os especuladores e investidores, que intensificaram o câmbio de reais por dólares, aproveitando ainda a taxa elevada, e suas reservas caíram mais de 4,8 bilhões bilhões, em apenas dois dias, ou seja, de 13 para 14 de janeiro.

Os capitais, em torno de 500 milhões de dólares por dia, continuaram a fugir ante o medo de que o governo congelasse as contas bancárias e decretasse a moratória. E os bancos estrangeiros cortaram 1/3 dos US$ 60 bilhões em linhas de crédito interbancário a curto prazo, que haviam fornecido ao Brasil desde agosto de 1998. A fim de não mais perder reservas, com a intensa fuga de capitais, não restou ao governo de Fernando Henrique Cardoso alternativa senão abandonar as desvalorizações controladas do real e deixá-lo flutuar, com a implantação do câmbio livre.

CM: O sr. poderia apontar uma diferença que considera fundamental entre os governos Lula e FHC?

MB: Comparar os dois governo ocuparia muito espaço na entrevista. Porém apenas um fato mostra a diferença: o chanceler Celso Amorim esteve nos Estados Unidos inúmeras vezes e nunca tirou os sapatos, ao chegar no aeroporto, para ser vistoriado pelos policiais do serviço de controle. O professor Celso Lafer, chanceler no governo de Fernando Henrique Cardoso, submeteu-se a esse vexame, humilhando-se, degradando sua função de ministro de Estados e o próprio país, o Brasil, que representava. E é este homem que ataca a política exterior do presidente Lula e é um mentores de José Serra, cujo governo, aliás, seria muito pior do que o de Fernando Henrique Cardoso.

http://www.cartamaior.com.br/templates/materiaMostrar.cfm?materia_id=17093

sábado, 16 de outubro de 2010

Apostilas de ensino, por CQC

CQC e as apostilas com erros grosseiros. Isso aconteceu no governo do tucano José Serra!! Pensem!!!

sexta-feira, 15 de outubro de 2010

Por que não votar em Serra!!!

Interessante texto de autoria de Durval Muniz de Albuquerque Júnior (UFRN), presidente da Associação Nacional de História (ANPUH), analisando os dois projetos eleitorais em disputa. Importante contraponto à campanha da mídia golpista contra a candidatura de Dilma Rousseff.

http://www.viomundo.com.br/politica/durval-muniz-um-convite-a-reflexao.html

terça-feira, 14 de setembro de 2010

Eu e Lula concordamos

Por David Coimbra

Na noite desta segunda, em comício em Joinville, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva declarou que é preciso “extirpar o DEM da política brasileira”. Em texto do fim do ano passado, também critiquei o DEM.

Assim:

-
Você sabe o que significa a sigla do partido esse, o DEM? Democratas. Vou lembrar-lhe agora qual é a origem desse DEM, e você vai achar que o nome do partido é ironia. Não é. É pior.

É deboche.

Porque o DEM é sucedâneo de nada menos do que o PFL, que por sua vez é sucedâneo de nada menos do que a Arena, que era nada menos do que o partido de sustentação da ditadura militar.

Sei que muitos sentem saudade dos tempos da ditadura militar. Não os julgo, cada um com suas convicções e preferências. Mesmo estes, porém, haverão de admitir que a ditadura é o oposto da democracia. Não por razões ideológicas; por razões conceituais. Desde que os ingleses estabeleceram a monarquia constitucional, no século 17, pode-se ter democracia até havendo um rei. Havendo um ditador, não. Logo, quem defende a ditadura é contra a democracia.

O PFL defendia a ditadura.

E agora o PFL se chama “Democratas”.

Um nome desses para um partido desses só pode ser caso de escárnio cruel. Eles são os “Democratas”… Por favor!

Alguém talvez pergunte os motivos que levaram o PFL a trocar de nome. Afinal, trata-se de uma mudança incomum. Quando o Brizola voltou ao Brasil, em 1979, ele queria desesperadamente retomar o comando de seu velho partido, o PTB.
Seria uma união perigosa para os interesses da ditadura — Brizola tinha prestígio como líder político e o PTB tinha prestígio como defensor dos interesses dos trabalhadores. O governo precisava apartar um de outro, e trabalhou intensamente para que isso acontecesse. Conseguiu. A sigla ficou com a sobrinha-neta de Getúlio Vargas, Ivete Vargas. Brizola chorou quando a Justiça lhe subtraiu os direitos sobre sua antiga legenda. E a ditadura atingiu seu objetivo: nem o PTB de Ivete nem o PDT de Brizola recuperaram o patrimônio trabalhista do PTB de Getúlio e Jango. A herança do velho PTB, de certa forma, foi arrebatada depois pelo PT, mas essa é outra história.

O importante é que o antigo PTB tinha um nome a zelar. Era uma sigla poderosa.

O antigo MDB também se orgulhava de seu nome, tanto que o senador Pedro Simon não chama seu partido de PMDB, chama de MDB. Está certo, o Simon: esse MDB com pê na frente assemelha-se muito ao PFL no quesito fisiologismo — o PFL fazia qualquer negócio para se acochambrar com o poder. Só que o PMDB não sustentava a ditadura. O PFL, sim. Por isso, o PFL teve que trocar de nome — até as pessoas menos esclarecidas já intuíam o que o partido representava.

E agora o PFL se chama “Democratas”…

É por isso que exultei ao assistir aos vídeos daqueles caras do DEM-PFL-Arena recebendo pacotes de dinheiro escuso, não tendo bolsos em número suficiente para meter tanto dinheiro em seus ternos bem cortados, sendo obrigados a enfiar maços de notas de 50 nos carpins. Foi bonito aquilo, porque mostrou a verdadeira cara do DEM.

Que é o PFL.

Que era o pior pedaço da Arena.

É possível que existam homens dignos no DEM. Não devia. Democratas não consentem em conviver com tamanha contradição. Democratas não defendem a ditadura.

http://wp.clicrbs.com.br/davidcoimbra/2010/09/14/eu-e-lula-concordamos/?topo=13,1,1,,,2

domingo, 12 de setembro de 2010

Famílias poderão receber auxílio financeiro para cuidar de idosos

Tramita na Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa do Senado um projeto de lei que cria auxílio financeiro para a família que mantém sob seus cuidados pessoa com mais de setenta anos

Da Equipe Ágere

Tramita na Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa do Senado um projeto de lei que cria auxílio financeiro para a família que mantém sob seus cuidados pessoa com mais de setenta anos.

A chamada Ajuda Especial de Mantença será para a família com renda mensal per capita igual ou inferior a um salário mínimo que cuida de pessoa com mais de setenta anos.

Segundo a proposta, o valor do auxílio será mensal de um salário mínimo por pessoa com mais de setenta anos. O benefício, de acordo com o projeto de lei, será pago até a data de falecimento do idoso.

A proposição, de autoria do senador Jefferson Praia (PDT-AM ), considera família os parentes de até terceiro grau que assumam a responsabilidade e o ônus econômico de cuidar do idoso.

Ainda segundo o projeto, a família beneficiada com a Ajuda Especial de Mantença tem o dever de empregar o dinheiro em proveito exclusivo do bem-estar e da saúde idoso, sob pena de responsabilização civil; e de comunicar em até 30 dias às autoridades públicas o falecimento do idoso que estava sob seus cuidados. Caso isto não seja feito, a família poderá responder criminalmente por apropriação indébita.

O senador amazonense destaca que a população idosa no Brasil era formada por mais de 14 milhões de pessoas em 2002, e a tendência é que nas próximas décadas esse número cresça consideravelmente.

“Cerca de quinhentos mil brasileiros com mais de setenta anos de idade continuam a viver em lares extremamente pobres ou estão internados em asilos ou em instituições assemelhadas, quando não ficam entregues à própria sorte. E o futuro pode ser ainda pior, visto que esse número tende a crescer em decorrência da transição demográfica por que passa o país”, afirma o senador.

Praia também destaca que as pessoas de mais baixa renda “não gozam de uma velhice confortável e digna nem possuem as mínimas condições de autonomia, integração e participação efetiva na sociedade”.

“A maior parte delas vai para asilos, muitas vezes pela impossibilidade de que suas famílias arquem com os custos financeiros decorrentes dos cuidados que elas demandam. Assim, ao garantir à família o benefício de um salário mínimo para o cuidado e a manutenção do idoso, este projeto oferece uma solução viável e de grande valor social”, argumenta.

Por fim, o congressista do Amazonas revela que a proposta se inspira no sucesso de medida semelhante adotada em países da Europa, como a Itália. Neste país, explica o senador, o pagamento do auxílio provocou “a desativação de metade dos asilos existentes, graças ao retorno dos idosos à convivência familiar”.

08/09/2010 04:09:32

http://www.agere.org.br/site/?vis=noticias.noticias&filtro[not_id]=763

quarta-feira, 18 de agosto de 2010

Tarso amplia vantagem sobre Fogaça

O candidato do PT ao governo do Rio Grande do Sul, Tarso Genro, aumentou de 6 para 11 pontos percentuais a vantagem sobre José Fogaça (PMDB) mostra pesquisa Vox Populi/Band/iG deste quarta-feira. Segundo a pesquisa, Tarso oscilou positivamente de 34% para 35% em relação a julho. Fogaça foi de 28% para 24%.

A governadora Yeda Crusius (PSDB) passou de 12% para 10%. Schneider (PMN) marcou 1% e os demais candidatos não pontuaram. Os brancos e nulos são 5% e os indecisos 23%. A margem de erro da pesquisa é de 3,5 pontos percentuais para mais ou para menos.

Tarso também lidera a pesquisa espontânea com 20%, seguido de Fogaça com 10% e Yeda com 7%. A governadora lidera o ranking da rejeição com 29%, Tarso tem 10% e Fogaça 7%.

A maior parte dos entrevistados, 38%, acredita que o petista vai ganhar a eleição, 24% apostam em Fogaça e 9% em Yeda.

O governo da tucana tem avaliação positiva de apenas 23%, regular de 42% e negativa de 33%. Já o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva é avaliado positivamente por 72%, regular por 22% e negativamente por 4%.


http://ultimosegundo.ig.com.br/eleicoes/vox+populi+tarso+amplia+vantagem+sobre+fogaca/n1237752951397.html

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