quinta-feira, 20 de janeiro de 2011
IPad em salas de aula americanas.
quarta-feira, 15 de dezembro de 2010
Ano Internacional para Afrodescendentes
Em mensagem à Assembleia-Geral, Ban Ki-moon diz que o evento pretende reforçar o compromisso político para erradicar a discriminação
Mônica Villela Grayley, da Rádio ONU
http://www.unifem.org.br/003/00301009.asp?ttCD_CHAVE=128633
quarta-feira, 8 de dezembro de 2010
Recorde no cinema nacional
terça-feira, 7 de dezembro de 2010
sábado, 4 de dezembro de 2010
Preconceito contra pobres!!!
Deveria ser preso!!!
sábado, 23 de outubro de 2010
Serra submissão aos Estados Unidos
Redação
CM: Qual a sua avaliação sobre o processo eleitoral brasileiro e sobre a disputa que ocorre agora no segundo turno? Como o sr. caracterizaria os dois projetos em disputa?
Moniz Bandeira: O atual processo eleitoral está infectado por uma intensa campanha terrorista, uma guerra psicológica, promovida não apenas direita, mas pela extrema-direita, como a TFP, OPUS DEI e núcleos nazistas do Sul, e sustentada por interesses estrangeiros, que financiam a campanha contra a política exterior do presidente Lula , pois não querem que o Brasil se projete mais e mais como potência política global. Os dois projetos em disputam são definidos: o Brasil como potência econômica e política global, socialmente justo, militarmente forte, defendido pela candidata do PT, Dilma Roussef; o outro, representado por José Serra candidato do PSDB-DEM, é o do Brasil submisso às diretrizes dos Estados Unidos, com sua economia privatizada e alienada aos interesses aos estrangeiros.
Evidentemente, os Estados Unidos, quaisquer que seja seu governo, não querem que o Brasil se consolide como potência econômica e política global, integrando toda a América do Sul como um espaço geopolítico com maior autonomia internacional.
CM: Falando sobre política externa, o sr. poderia detalhar um pouco mais o que, na sua visão, as duas candidaturas representam?
MB: A mudança dos rumos da política externa, como José Serra e seus mentores diplomáticos pretendem, teria profundas implicações para a estratégia de defesa e segurança nacional. Ela significaria o fim do programa de reaparelhamento e modernização das Forças Armadas, a suspensão definitiva da construção do submarino nuclear e a paralisação do desenvolvimento de tecnologias sensíveis, ora em curso mediante cooperação com a França e a Alemanha, países que se dispuseram a transferir know-how para o Brasil, ao contrário dos Estados Unidos. Essa mudança de rumos, defendida pelos mentores de José Serra em política externa, levaria o Brasil a aceitar a tese de que o conceito de soberania nacional desaparece num mundo globalizado e, com isto, permitir a formação de Estados supostamente indígenas, em regiões da Amazônia, como querem muitas 100 ONGs que lá atuam.
CM: E na América Latina? O Brasil aparece hoje como um fator estimulador e fortalecedor de um processo de integração ainda em curso. Que tipo de ameaça, uma eventual vitória de José Serra representaria para esse processo?
MB: José Serra já se declarou, desde a campanha de 2002, contra o Mercosul, como união aduaneira, e sua transformação em uma área de livre comércio, compatível com o projeto da ALCA, que os Estados Unidos tratavam de impor aos países da América do Sul e que o Brasil, apoiado pela Argentina, obstaculizou. Se a ALCA houvesse sido implantada, a situação do Brasil seria desastrosa, como conseqüência da profunda crise econômica e financeira dos Estados Unidos, como aconteceu com o México.
José Serra também criou recentemente problemas, fazendo declarações ofensivas à Argentina, Bolívia e Venezuela, países com os quais o Brasil tem necessariamente de manter muitos boas relações, goste ou não goste de seus governantes. Trata-se do interesse nacional e não de idiossincrasia política.
CM: Na sua avaliação, quais foram as mudanças mais significativas da política externa brasileira, que devem ser preservadas?
MB: O governo do presidente Lula, tendo o embaixador Celso Amorim como chanceler, considerado pela revista Foreign Policy, dos Estados Unidos, como o melhor do mundo, na atualidade, alargou as fronteiras diplomáticas do Brasil. Seus resultados são visíveis em números: sob o governo do presidente Fernando Henrique Cardoso, as exportações do Brasil cresceram apenas 14 bilhões, subindo de 47 bilhões de dólares em 1995 para 61 bilhões em 2002. No governo do presidente Lula, as exportações brasileiras saltaram de 73 bilhões de dólares, em 2003, para 145 bilhões em 2010: dobraram. Aumentaram 72 bilhões , cinco vezes mais, do que no governo de Fernando Henrique Cardoso.
Essas cifras evidenciam o êxito da política externa brasileira, abrindo e diversificando os mercados no exterior. Mas há outro fato que vale ressaltar, para mostrar a projeção internacional que o Brasil. Em dezembro de 2002, último ano do governo de Fernando Henrique Cardoso, as reservas brasileiras eram de apenas 38 bilhões de dólares... Sob o governo Lula, as reservas brasileiras saltaram de 49 bilhões de dólares, em 2003, para 280 bilhões de dólares em outubro de 2010. Aumentaram sete vezes mais do que no governo do presidente Fernando Henrique Cardoso. Tais números representam uma enorme redução da vulnerabilidade do Brasil.
É bom recordar que, logo após o presidente Fernando Henrique Cardoso inaugurar seu segundo mandato, em apenas seis dias, entre 6 e 12 de janeiro de 1999, o Brasil perdeu mais de 2 bilhões de dólares para os especuladores e investidores, que intensificaram o câmbio de reais por dólares, aproveitando ainda a taxa elevada, e suas reservas caíram mais de 4,8 bilhões bilhões, em apenas dois dias, ou seja, de 13 para 14 de janeiro.
Os capitais, em torno de 500 milhões de dólares por dia, continuaram a fugir ante o medo de que o governo congelasse as contas bancárias e decretasse a moratória. E os bancos estrangeiros cortaram 1/3 dos US$ 60 bilhões em linhas de crédito interbancário a curto prazo, que haviam fornecido ao Brasil desde agosto de 1998. A fim de não mais perder reservas, com a intensa fuga de capitais, não restou ao governo de Fernando Henrique Cardoso alternativa senão abandonar as desvalorizações controladas do real e deixá-lo flutuar, com a implantação do câmbio livre.
CM: O sr. poderia apontar uma diferença que considera fundamental entre os governos Lula e FHC?
MB: Comparar os dois governo ocuparia muito espaço na entrevista. Porém apenas um fato mostra a diferença: o chanceler Celso Amorim esteve nos Estados Unidos inúmeras vezes e nunca tirou os sapatos, ao chegar no aeroporto, para ser vistoriado pelos policiais do serviço de controle. O professor Celso Lafer, chanceler no governo de Fernando Henrique Cardoso, submeteu-se a esse vexame, humilhando-se, degradando sua função de ministro de Estados e o próprio país, o Brasil, que representava. E é este homem que ataca a política exterior do presidente Lula e é um mentores de José Serra, cujo governo, aliás, seria muito pior do que o de Fernando Henrique Cardoso.
http://www.cartamaior.com.br/templates/materiaMostrar.cfm?materia_id=17093
sábado, 16 de outubro de 2010
Apostilas de ensino, por CQC
sexta-feira, 15 de outubro de 2010
Por que não votar em Serra!!!
http://www.viomundo.com.br/politica/durval-muniz-um-convite-a-reflexao.html
terça-feira, 14 de setembro de 2010
Eu e Lula concordamos
Por David Coimbra
Na noite desta segunda, em comício em Joinville, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva declarou que é preciso “extirpar o DEM da política brasileira”. Em texto do fim do ano passado, também critiquei o DEM.
Assim:
-
Você sabe o que significa a sigla do partido esse, o DEM? Democratas. Vou lembrar-lhe agora qual é a origem desse DEM, e você vai achar que o nome do partido é ironia. Não é. É pior.
É deboche.
Porque o DEM é sucedâneo de nada menos do que o PFL, que por sua vez é sucedâneo de nada menos do que a Arena, que era nada menos do que o partido de sustentação da ditadura militar.
Sei que muitos sentem saudade dos tempos da ditadura militar. Não os julgo, cada um com suas convicções e preferências. Mesmo estes, porém, haverão de admitir que a ditadura é o oposto da democracia. Não por razões ideológicas; por razões conceituais. Desde que os ingleses estabeleceram a monarquia constitucional, no século 17, pode-se ter democracia até havendo um rei. Havendo um ditador, não. Logo, quem defende a ditadura é contra a democracia.
O PFL defendia a ditadura.
E agora o PFL se chama “Democratas”.
Um nome desses para um partido desses só pode ser caso de escárnio cruel. Eles são os “Democratas”… Por favor!
Alguém talvez pergunte os motivos que levaram o PFL a trocar de nome. Afinal, trata-se de uma mudança incomum. Quando o Brizola voltou ao Brasil, em 1979, ele queria desesperadamente retomar o comando de seu velho partido, o PTB.
Seria uma união perigosa para os interesses da ditadura — Brizola tinha prestígio como líder político e o PTB tinha prestígio como defensor dos interesses dos trabalhadores. O governo precisava apartar um de outro, e trabalhou intensamente para que isso acontecesse. Conseguiu. A sigla ficou com a sobrinha-neta de Getúlio Vargas, Ivete Vargas. Brizola chorou quando a Justiça lhe subtraiu os direitos sobre sua antiga legenda. E a ditadura atingiu seu objetivo: nem o PTB de Ivete nem o PDT de Brizola recuperaram o patrimônio trabalhista do PTB de Getúlio e Jango. A herança do velho PTB, de certa forma, foi arrebatada depois pelo PT, mas essa é outra história.
O importante é que o antigo PTB tinha um nome a zelar. Era uma sigla poderosa.
O antigo MDB também se orgulhava de seu nome, tanto que o senador Pedro Simon não chama seu partido de PMDB, chama de MDB. Está certo, o Simon: esse MDB com pê na frente assemelha-se muito ao PFL no quesito fisiologismo — o PFL fazia qualquer negócio para se acochambrar com o poder. Só que o PMDB não sustentava a ditadura. O PFL, sim. Por isso, o PFL teve que trocar de nome — até as pessoas menos esclarecidas já intuíam o que o partido representava.
E agora o PFL se chama “Democratas”…
É por isso que exultei ao assistir aos vídeos daqueles caras do DEM-PFL-Arena recebendo pacotes de dinheiro escuso, não tendo bolsos em número suficiente para meter tanto dinheiro em seus ternos bem cortados, sendo obrigados a enfiar maços de notas de 50 nos carpins. Foi bonito aquilo, porque mostrou a verdadeira cara do DEM.
Que é o PFL.
Que era o pior pedaço da Arena.
É possível que existam homens dignos no DEM. Não devia. Democratas não consentem em conviver com tamanha contradição. Democratas não defendem a ditadura.
http://wp.clicrbs.com.br/davidcoimbra/2010/09/14/eu-e-lula-concordamos/?topo=13,1,1,,,2
domingo, 12 de setembro de 2010
Famílias poderão receber auxílio financeiro para cuidar de idosos
Da Equipe Ágere
Tramita na Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa do Senado um projeto de lei que cria auxílio financeiro para a família que mantém sob seus cuidados pessoa com mais de setenta anos.
A chamada Ajuda Especial de Mantença será para a família com renda mensal per capita igual ou inferior a um salário mínimo que cuida de pessoa com mais de setenta anos.
Segundo a proposta, o valor do auxílio será mensal de um salário mínimo por pessoa com mais de setenta anos. O benefício, de acordo com o projeto de lei, será pago até a data de falecimento do idoso.
A proposição, de autoria do senador Jefferson Praia (PDT-AM ), considera família os parentes de até terceiro grau que assumam a responsabilidade e o ônus econômico de cuidar do idoso.
Ainda segundo o projeto, a família beneficiada com a Ajuda Especial de Mantença tem o dever de empregar o dinheiro em proveito exclusivo do bem-estar e da saúde idoso, sob pena de responsabilização civil; e de comunicar em até 30 dias às autoridades públicas o falecimento do idoso que estava sob seus cuidados. Caso isto não seja feito, a família poderá responder criminalmente por apropriação indébita.
O senador amazonense destaca que a população idosa no Brasil era formada por mais de 14 milhões de pessoas em 2002, e a tendência é que nas próximas décadas esse número cresça consideravelmente.
“Cerca de quinhentos mil brasileiros com mais de setenta anos de idade continuam a viver em lares extremamente pobres ou estão internados em asilos ou em instituições assemelhadas, quando não ficam entregues à própria sorte. E o futuro pode ser ainda pior, visto que esse número tende a crescer em decorrência da transição demográfica por que passa o país”, afirma o senador.
Praia também destaca que as pessoas de mais baixa renda “não gozam de uma velhice confortável e digna nem possuem as mínimas condições de autonomia, integração e participação efetiva na sociedade”.
“A maior parte delas vai para asilos, muitas vezes pela impossibilidade de que suas famílias arquem com os custos financeiros decorrentes dos cuidados que elas demandam. Assim, ao garantir à família o benefício de um salário mínimo para o cuidado e a manutenção do idoso, este projeto oferece uma solução viável e de grande valor social”, argumenta.
Por fim, o congressista do Amazonas revela que a proposta se inspira no sucesso de medida semelhante adotada em países da Europa, como a Itália. Neste país, explica o senador, o pagamento do auxílio provocou “a desativação de metade dos asilos existentes, graças ao retorno dos idosos à convivência familiar”.
08/09/2010 04:09:32
http://www.agere.org.br/site/?vis=noticias.noticias&filtro[not_id]=763
segunda-feira, 23 de agosto de 2010
O perigo de uma história única
quarta-feira, 18 de agosto de 2010
Tarso amplia vantagem sobre Fogaça
A governadora Yeda Crusius (PSDB) passou de 12% para 10%. Schneider (PMN) marcou 1% e os demais candidatos não pontuaram. Os brancos e nulos são 5% e os indecisos 23%. A margem de erro da pesquisa é de 3,5 pontos percentuais para mais ou para menos.
Tarso também lidera a pesquisa espontânea com 20%, seguido de Fogaça com 10% e Yeda com 7%. A governadora lidera o ranking da rejeição com 29%, Tarso tem 10% e Fogaça 7%.
A maior parte dos entrevistados, 38%, acredita que o petista vai ganhar a eleição, 24% apostam em Fogaça e 9% em Yeda.
O governo da tucana tem avaliação positiva de apenas 23%, regular de 42% e negativa de 33%. Já o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva é avaliado positivamente por 72%, regular por 22% e negativamente por 4%.
segunda-feira, 16 de agosto de 2010
Baixe e use
São reportagens, documentário e interprogramas informativos, abordando vários assuntos. Os vídeos estão divididos por eixos temáticos: cidadania, humanidades, comunicação, educação, saúde, economia e política.
Abaixo está o link para o Baixe e Use.
http://www.camara.gov.br/internet/tvcamara/?lnk=BAIXE-E-USE&selecao=BAIXEUSE
domingo, 15 de agosto de 2010
quinta-feira, 5 de agosto de 2010
Novo currículo (link)
http://www.seduc.rs.gov.br/pse/html/refer_curric.jsp?ACAO=acao1